Segundo a coordenadora do ambulatório, Sandra Moreira, os atendimentos estão controlados, uma vez que os pacientes só os procuram através de encaminhamento. Se alguma pessoa procurar o Ambulatório sem ter sido encaminhada, ela é orientada a procurar o Pronto-Socorro ou uma Unidade de Saúde, completou a coordenadora.
Uma das medidas usadas para que não se espalhe o vírus é o uso de máscaras. No caso das pessoas que procuram o ambulatório, Moreira diz que máscaras são distribuídas somente para as pessoas que estão gripadas, pois segundo ela, não há condições de distribuí-las para todos que os procuram.
Antes de começarem a trabalhar, os profissionais que atendem no ambulatório receberam um treinamento pelo infectologista, Lécio Vasconcelos Junior para entenderem mais sobre a doença e como lidar com os pacientes.
Para que o atendimento continue sendo eficiente, o ambulatório precisa de mais médicos para ajudar a equipe já formada, mas segundo Moreira, ainda há uma grande dificuldade em encontrar médicos para se trabalhar no ambulatório, cada um com razões particulares.
Casos suspeitos
A mulher de 37 anos que perdeu o bebê na última quinta, (13), com suspeita de gripe suína continua internada no CTI e tem apresentado melhoras em seu quadro clínico, confirmou a assessoria do Hospital São João de Deus na manhã de ontem, (19).
Segundo a assessoria exames estão sendo realizados para que se confirme, ou não, se a paciente está contaminada com o vírus da nova gripe. Os exames, que foram encaminhados para análise na semana passada podem levar até um mês para ficarem prontos, completou a assessoria.
Outro caso que também aguarda resultado é o da senhora de 61 anos que morreu no fim de semana em Divinópolis com suspeita de estar contaminada pelo vírus A (H1N1). Segundo o coordenador do setor de vigilância epidemiológica de Divinópolis, Osmundo Santana, a paciente, que era diabética foi internada com pneumonia que já apresentava uma semana de evolução e apresentava com quadro de agravamento respiratório e tosse.



