A deputada estadual Maria Tereza Lara (PT) esteve em Divinópolis nesse fim de semana para uma visita institucional. Além disso, buscou o estreitamento dos laços com os militantes do Partido dos trabalhadores local e uma aproximação mais efetiva da região centro-oeste. Em entrevista ao DiviNews ela falou do voto minhoca que classifica como curral eleitoral.
A deputada afirma que tem a região Centro-Oeste e central como prioridade em seu mandato e que prova disso é a assessoria estabelecida unicamente em Divinópolis por meio da pessoa de Manuel Cordeiro. Ela, ainda, diz que entende que realmente seja difícil atender a todas as regiões de Minas e por isso mesmo optou pela grande BH e região Centro-Oeste.
Em Divinópolis, Maria Tereza Lara esteve no INSS conversando com o superintendente Alexandre, também visitou o Semei Maria José Fernandes e a comunidade católica Família Santuário e Vida. Na sede do PT se reuniu com lideranças políticas para discutir as diretrizes de seu trabalho.
A respeito da Reunião Especial em que se convidaram os 10 deputados estaduais e federais mais votados por Divinópolis, a deputada afirmou não ter sido informada de sua realização e seu assessor disse que recebeu o convite um dia antes da data em que aconteceria e, por já ter compromisso marcado anteriormente, não pôde comparecer.
O assessor ainda disse entender que o objetivo da reunião foi equivocado, “pois o foco que se queria dar era a destinação de verbas à cidade e um mandato bem desempenhado é muito mais que isso”.
Maria Tereza Lara disse que em seu mandato anterior ela conseguiu a destinação de verba à comunidade católica Sacramento de Amor e que nesse mandato já colocou Emendas para serem aprovadas, mas que as emendas parlamentares entram no orçamento em um ano e só são liberadas no outro. Ainda se comprometeu a propor mais Emendas e a lutar por Divinópolis e região.
No entanto, a deputada disse que, por ser oposição declarada ao governador, é mais difícil de se conseguir verbas, “é mais fácil quando se é amigo do rei”, disse, afirmando, porém ser uma oposição consciente.
Ainda afirmou desenvolver um trabalho comprometido com a moral e os princípios do PT atualmente militando principalmente no que diz respeito à segurança pública, Comissão temática da qual faz parte na Assembléia. Por isso, disse não acreditar no voto minhoca, ou em curral eleitoral.
“Acredito que, se o candidato é daqui, esse é um dos pontos favoráveis, mas não é o único a se levar em conta. Não há curral eleitoral. Em Betim, região de onde venho teve muito gente que não votou em ninguém de lá porque talvez não tenha se identificado com o trabalho. Não quero disputar com os candidatos daqui, mas acredito na liberdade dos eleitores.”, concluiu a petista.
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