O fato é que a foto oficial da reunião do G20, na Inglaterra, nos suscita várias conclusões e na minha modesta avaliação a principal delas é que o Brasil não é visto como um país pequeno, sem expressão.
Não era o Lula que estava no centro do poder mundial, mas sim o Brasil, que vem experimentando, mesmo sem curar as velhas feridas que nos revelam que ainda somos subdesenvolvidos, um período de crescimento em áreas distintas o que nos concede relevância mundial.
O Brasil é grande é o principal líder da América Latina, possui riquezas estratégicas e muita gente talentosa. O que falta é deixar de ser “galinha” e descobrir que é uma bela “águia” e como tal alçar vôos a outros horizontes… Ver o mundo de outras perspectivas como a de uma melhor educação, melhor reequilíbrio da renda; enfim do desenvolvimento pleno.
O mundo já reconheceu o potencial do Brasil e a importância que tem. Resta-nos, agora, vivenciar essa nossa condição. Ter voz e nos fazer sermos ouvidos. Afinal de contas, o mundo sempre se surpreendeu, positivamente, quando o Brasil se manifestou em outras ocasiões. Foi assim com o futebol, na fórmula um, na ciência com Santos Dumont e na música.
Agora chegou a vez do mundo ver, e nós mesmos, que o Brasil não fica bem só na foto. E que o papel de líder mundial emergente não caiu por acaso no colo. Dá orgulho, sim, estar ao nosso lado.






