De tom esverdeado devido a sua estrutura de cianogênio e carbono, o astro, na semana que vem, chegará a 60 milhões de quilômetros de distância da superfície terrestre. Por ainda preservar visivelmente a maior parte dos gases, os astrônomos da NASA dizem que esta é a primeira vez que ele passa perto do Sol.
Quando o cometa se aproximar da estrela, o vento solar soprará tais gases e, conseqüentemente, formará sua cauda.
Ao contrário da maioria dos cometas, a órbita do Lulin acontece no sentido horário. Segundo os astrônomos, apesar da maior aproximação dele acontecer no dia 26 de fevereiro, o melhor momento de observação será na madrugada de 23 para 24, quando entrará em conjunção com Saturno na constelação de Leão.
O Lulin poderá ser visto a olho nu, mas a observação sem instrumentos especializados requer certo grau de conhecimento astronômico. Para acompanhar da melhor maneira, é recomendado o uso de binóculos ou luneta.
Para se ter uma idéia da aproximação do cometa em relação ao nosso planeta, a distância do Sol e da Terra varia de 147,1 a 152,2 quilômetros, duas vezes e meia mais longínquo do que o Lulin.






