O criminoso está
Beira-Mar está visivelmente mais magro em relação às últimas aparições públicas. Ele reclamou do rigor do juiz federal Odilon de Oliveira, titular da 3ª Vara Federal de Campo Grande e corregedor do presídio de segurança máxima. “A caneta dele está muito pesada”, disse, sorrindo. As queixas não pararam por aí. O traficante disse que pretende fazer um curso de direito à distância, mas não pode ler os livros indicados nem ter acesso à internet. Disse que é vítima da mídia e protestou por não poder ter contato mais próximo com os 11 filhos. “Eles perderiam quatro dias de aula para sair do Rio e vir até aqui. Agora nas férias eles vão poder me visitar”.





