A pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que a proporção de negros cresceu de 45,1% para 49,8%, enquanto a de brancos caiu de 54,2% para 49,4%.
Conforme o estudo, entre os homens, desde
Apesar do crescimento da parcela da população negra no país, as desigualdades raciais ainda persistem, segundo a análise do Ipea. “Homens e mulheres, brancos e negros continuam a ser tratados desigualmente. Um e outro grupo têm oportunidades desiguais e acesso assimétrico aos serviços públicos, aos postos de trabalho, às instâncias de poder e decisão e às riquezas de nosso país”, ressalta mensagem assinada pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann, contida no estudo.
O levantamento foi elaborado com base em indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo analisa diferentes campos da vida social, com o objetivo de traçar um retrato atual das desigualdades de gênero e de raça no Brasil, e foi realizado em parceria entre o Ipea, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e o IBGE.





