Ao todo, a empresa tem 12 mil funcionários, incluindo os de Volta Redonda, São Paulo e Porto Real (GalvaSud). Serão afetadas áreas como a laminação da usina de Volta Redonda. Funcionários da área administrativa tanto de Volta Redonda quanto de São Paulo também estão incluídos nessa medida, além da siderúrgica GalvaSud, controlada 100% pela CSN, localizada
O Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda informa, ainda, que a CSN está propondo redução de benefícios conquistados pelos empregados ao nível estabelecido pela legislação como, por exemplo, a redução do benefício de férias dos atuais 70% de um salário base para 33,33%, estabelecidos pela lei. A CSN também negocia com o sindicato o aumento do turno de 6 horas para 8 horas e licença remunerada com redução de base salarial.
O presidente do Sindicato Nacional dos Metalúrgicos de Volta Redonda, Renato Soares Ramos, afirma que a empresa alegou “falta de demanda” para anunciar as férias coletivas e reduzir os benefícios dos seus empregados. “As grandes empresas acumularam muita riqueza nos últimos dois anos. Por isso, acredito que a CSN poderia esperar mais um ou dois meses para ver como a crise vai se comportar”, afirmou Ramos. Por volta das 15 horas de hoje, sindicalistas e representantes da direção da CSN fazem nova rodada de negociações. A CSN informou que não se pronuncia sobre as medidas em negociação com os trabalhadores.





