Logo após a abertura, os principais indicadores europeus registraram quedas em torno de 2% – mas logo se recuperaram diante da esperança de que uma ajuda ao setor financeiro, adiada agora, venha mais adiante.
Às 5h22 do Brasil, o índice FTSE 100 registrava leve alta de 0,05% para 4.821,40 pontos em Londres, enquanto o CAC 40 recuava 0,49% para 3.934,17 pontos em Paris e o DAX perdia 1,19% para 5.738,04 pontos em Frankfurt.
Os mercados europeus registravam indicadores melhores que algumas praças asiáticas, onde os resultados foram acentuadamente negativos.
Na Rússia, as negociações foram suspensas logo após o início do pregão e até a hora do almoço, para evitar perdas maiores. Um dia antes, o principal índice, RTS, fechou em queda de 7,11%, enquanto o MICEX havia perdido 5,5%.
Em Tóquio, o índice Nikkei 225 fechou em queda de 4,12% para 11.259,86 pontos, o nível mais baixo dos últimos três anos. Já a queda em Seul foi menor: 0,57%. E em Hong Kong, o índice Hang Seng chegou a se recuperar e registrar alta: 0,8% para 18.106,21 pontos. Na China, a bolsa de Xangai está fechada para feriado até o dia 6 de outubro.
Nesta terça-feira (30) líderes asiáticos manifestaram sua preocupação com o futuro do pacote de ajuda de US$ 700 bilhões dos Estados Unidos aos bancos. "Isto (o fracasso do plano) vai ter um grande impacto na economia dos EUA e também vai afetar a economia global", afirmou o ministro da Economia do Japão, Kaoru Yosano.
Já o primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, afirmou ter conversado com o premiê britânico, Gordon Brown, e os dois teriam concordado em pedir ao Congresso americano urgência para aprovar o acordo. Na Austrália, a bolsa de Sidney marcou queda de 4,3%.
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