Nesta quarta-feira (27) o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) se reúne em Brasília para analisar o pedido de aumento feito pelas instituições financeiras. “A taxa já cobrada pelos bancos não justifica qualquer aumento”, afirmou o ministro, ao defender a posição do governo. “A justificativa para aumentar a taxa era a inadimplência. Mas esse não é o caso”, ressaltou Pimentel, referindo-se ao crédito consignado, que é descontado em folha de pagamento.
A taxa máxima cobrada atualmente nesse tipo de operação por algumas instituições é de 2,5% ao mês. De acordo com o ministro, os bancos alegam, no entanto, que a elevação dos juros básicos pelo Banco Central neste ano tem reflexos no consignado de acordo com o ministro.
Quando ao teto dos empréstimos em proporção do benefício, o ministro defende que seja de 20% no modelo tradicional e de 10% para a utilização do cartão de crédito.
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade






