Além disso, o Termo de Ajustamento de Conduta, assinado junto ao Instituto Estadual do Meio Ambiente e Ministério Público, estava vencido. As multas por falta de licenciamento totalizaram R$ 120 mil.
Apesar da pressão de alguns políticos da região, os fiscais do Ibama embargaram as seis empresas porque além de não possuírem documentação alguma para estarem funcionando ainda poluíam os rios São Gabriel e São José que passam pela cidade.
Algumas das empresas também não estão inscritas no Cadastro Técnico Federal que obriga as indústrias, classificadas como potencialmente poluidoras, a pagarem o tributo de compensação ambiental e emitirem um relatório anual com todas as suas atividades. Duas delas foram multadas por falta de cadastro, totalizando R$ 18 mil em multas e outras três foram autuadas por não enviarem seus relatórios anuais, somando mais R$ 18 mil em multas.
As denúncias sobre o funcionamento destas empresas foram realizadas pelo Ministério Público Estadual que acionou o Ibama para que os fiscais tomassem todas as medidas cabíveis aos crimes ambientais cometidos pelas indústrias de confecção.
Para a fiscalização do órgão a poluição é visível e a água dos rios encontra-se com a cor adulterada. Os impactos ambientais desta atividade ainda não foram calculados, porém, a água dos rios, utilizada para irrigação nas lavouras da região, está com a qualidade comprometida.
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