A frota brasileira de motocicletas mais que dobrou nos últimos anos. Rodam pelo país aproximadamente 5,4 milhões de motos. O mercado de motos em Divinópolis teve um crescimento considerável se comparado com o período de maio de 2007 a maio 2008.
De acordo com dados fornecidos pela Delegacia de Trânsito de Divinópolis – Detran foram emplacadas 4.889 motos. No mesmo período foram feitos 5.134 emplacamentos de carros. A diferença é pouca em relação a custo benefício dos veículos. Considerando que do dia 02 de janeiro até 06 de junho deste ano, já foram emplacadas 2.583 motocicletas em Divinópolis.
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Conforme pesquisa recém concluída pelo Sindicato Nacional dos Fabricantes de Autopeças – Sindipeças, 56% das motos em circulação são de modelos com 105 a 135 cc (centímetros cúbicos). Versões com 150 a 200 cc correspondem a 18% da frota e as de 50 a 100 cc, a 16%. Modelos de 225 a 360 cc são 7% da frota e as mais potentes, normalmente importadas, respondem por 3% do total.
O meio de transporte além de barato e popular tem o custo de manutenção também é inferior ao de um automóvel. Motoristas que trafegam sozinhos estão dando preferência às motos, além do crescente uso por parte dos motoboys para entregas mais rápidas de variados produtos.
Hoje as facilidades existem para qualquer pessoa que deseja adquirir um veículo. O baixo valor das prestações na compra de uma moto e o fato de serem uma alternativa mais ágil ao trânsito das cidades, estas são as principais justificativas para o crescimento acelerado desse mercado.
Segundo o motoboy Cleiton Carvalho, a facilidade na compra de motos fez com que a sua comercialização tivesse altas proporções. "Desde a época em que eu trabalho, a mudança em termos de regras não existiu, mas de quantidade de moto existe bastante, a cada dia cresce mais. Hoje você paga em uma moto por volta de R$ 180 e tem uma facilidade para se comprar".
Neste ano, as montadoras devem colocar no mercado mais de 1 milhão de novas motos, de acordo com previsões da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo). O diretor-executivo da Abraciclo, Moacyr Alberto Paes, diz que, para minimizar os acidentes, que também cresceram nos últimos anos, a entidade desenvolve parcerias com órgãos de trânsito para formação dos condutores.
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Perigo – Não é sempre que o motociclista encontrará pela frente um asfalto em perfeito estado ou não precisará pilotar em um dia chuvoso. Por isso, é necessário estar atento às adversidades que possam ser encontradas ao longo do percurso, como condições da pista ou clima desfavorável. De acordo com os instrutores das auto-escolas, é fundamental que, além de utilizar vestuário apropriado, o condutor saiba como reagir em algumas situações inesperadas.
Para uma pilotagem segura, seja em terrenos irregulares ou à noite, é indispensável que o piloto conheça técnicas e tenha precisão nos movimentos. Cautela e concentração redobradas também são outros fatores de extrema importância para que não ocorra nenhum imprevisto durante o trajeto.
A pilotagem sob a chuva exige bastante atenção do piloto, que deve ter consciência de que nessa ocasião o atrito do pneu com o solo diminui pela metade. O piloto precisa redobrar a atenção no início da chuva. Nesse momento, a pista fica mais lisa em razão da poeira e do óleo, formando uma película escorregadia.
A visão noturna fica reduzida em relação à pilotagem durante o dia, deixando o motociclista com apenas 1/6 da visualização diurna. Existe uma alteração na noção de profundidade e os faróis dos outros veículos causam ofuscamento.
A redução de velocidade e a utilização de luz baixa são algumas das providências a serem tomadas. Caso isso seja feito, é comum que o veículo no sentido contrário faça o mesmo. Outra dica é semicerrar os olhos para adaptar a visão mais rapidamente à falta de luz. É recomendável ainda não olhar diretamente para os faróis que vêm na pista oposta.
No caso de uma situação de derrapagem, o motociclista deve agir com rapidez e de forma adequada, mantendo as rodas girando e a aceleração constante. Como último recurso, caso a velocidade esteja baixa ao derrapar, o condutor pode utilizar os pés como apoio para endireitar a moto.
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