Edsom Sousa, durante o seu pronunciamento na reunião ordinária da Câmara de Divinópolis, realizada na terça (22), em um momento de ato falho, esquecendo-se da situação judicial de Fausto Barros, ex-assessor especial do Prefeito Galileu Machado, que em consequência de uma condenação por fraudar licitações públicas não pode trabalhar na administração pública, e por isso foi proibido pela Justiça de qualquer tipo participação e ingerência em assuntos da administração municipal. O vereador deixou escapar que, dois dias após Fausto Barros ter pedido exoneração, no dia 15 (terça), já no dia 17 (quinta), ele esteve presente em uma reunião no consultório do vereador Dr. Delano Santiago, junto com o prefeito Galileu, além do próprio Edsom Sousa. Que segundo o presidente do Legislativo, Adair Otaviano, que não esteve presente, mas soube da reunião, teria sido para alinhavar a votação na Câmara de três projetos de abertura de crédito adicional suplementar para a saúde.
Veja transcrição de parte da fala do edil Edsom Sousa (PMDB)
“…Se Divinópolis com Domingos Sávio, com Fabiano e Jaiminho está desse jeito, imagina sem eles? Hoje no PMDB, o senhor presidente, falou que quinta feira (17) tivemos uma reunião com o prefeito. Tivemos sim! Ele nos convidou numa reunião, no consultório do Dr. Delano, com a presença do senhor Fausto Barros, e lá nós conversamos quase três horas, e o prefeito hora nenhuma falou desse projeto com a gente”.
Perguntas que estão sendo feitas pelos seres pensantes da política Divinopolitana e que acompanham de perto os dois poderes: por que o Prefeito Galileu Machado, marcou uma reunião fora da Prefeitura e também fora da sede do PMDB? Qual a pauta? A que o presidente da Câmara disse ter existido, sobre a votação dos projetos de abertura de credito adicional? Ou uma conversa de três horas, sobre ética, moral, linguagem e coerência, que o líder do Governo, Edsom Sousa, disse que foi o assunto da reunião?






