Segundo informações de alguns médicos que participaram da reunião que ocorreu no início da noite desta última quinta-feira (11), depois de muitas reclamações sobre como a DICTUM conduziu a administração do hospital desde o início da sua intervenção, indicada que foi pelo Ministério Público, os profissionais e clinicas que estavam se preparando para paralisarem suas atividades, além das que já estão paralisadas resolveram novamente, dar um crédito de confiança, por que desta vez a tentativa de soerguimento do hospital, tem à frente um órgão ministerial ligado ao Estado, o CAO-SAUDE (Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde) e com um Promotor de Justiça com experiencia em já ter realizado trabalhos em outras unidades hospitalares de todo país – Os profissionais concordaram em aguardar o término do contrato da Dictum, que ocorrerá no próximo dia 9 de setembro, para voltarem a conversar sobre o novo modelo de gestão compartilhada, inteligente e transparente. Já que durante todo o período da gestão da empresa interventora, a caixa era preta e talvez de pandora, sabe-se lá o qua vai sair lá de dentro quando for aberta – Conforme um dos médicos que esteve na reunião: “Gostei da exposição feita pelo promotor Gilmar de Assis, e demais membros eles passam credibilidade e conhecimento da área da saúde e gerencial”.
Imagem ilustrativa da Comissão com a Ordem Hospitaleira