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“Como o Instituto Presbiteriano iria acabar nós procuramos (QUEM?) e pegamos a associação e COLOCAMOS (pronome pessoal NÓS) o JOÃO que é o presidente da associação, o Marcos (TAMBÉM SEU ASSESSOR PARLAMENTAR) que é tesoureiro, e Rita Maria Santana Ribeiro (TAMBÉM ASSESSOTA). Nós formamos uma nova diretoria e a partir de 5ª feira passada (Data que o CM-050 FOI APROVADO), a associação que chamava INSTITUTO PRESBITERIANO DE EDUCAÇÃO, passou a chamar AMIGOS DO BEM — O endereço da associação era no Bairro Santa Lúcia, por que não tínhamos como começar ainda, por que não tínhamos endereço, e isso é normal que a associação fique na casa do presidente — Agora a partir dessa semana já ALUGUAMOS um imóvel. (Percebendo que usou o pronome do verbo errado “NÓS ALUGAMOS”, consertou) A diretoria da associação já alugou um imóvel. Estou falando aqui como parte da associação. EU FAÇO PARTE DA ASSOCIAÇÃO, COMO (hesitou) é….. (esqueceu a palavra) faço parte da associação como PADRINHO da associação — Então, já foi alugado um local que vai agora atender as pessoas e todos estão convidados no dia da inauguração da casa — SEM NENHUM MOTIVO, ACRESCENTOU O DIVINEWS NA SUA FALA: Eu quero aqui parabenizar o Geraldo Passos que está preocupado com o andamento para melhorar o dia a dia do cidadão — Todas as pessoas que depender da associação tanto em questão de saúde e de moradia. Em todas as situações os AMIGOS DO BEM vai estar a disposição para servir. Essa é a explicação que queríamos dar sobe a mudança do INSTITUTO PREBITERIANO que passou a ser AMIGOS DO BEM”, se defendeu o vereador Edimar Máximo.
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CNPJ (07.903.138/0001-40) já transferido para o AMIGOS DO BEM, mas endereço do assessor parlamentar
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endereço, que deveria ser Avenida Amazonas, 53, mas continua a aparecer na VL Daldegan, no Catalão
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Ata da Assembleia Geral Extraordinária do Instituto Presbiteriano modificando o Estatuto com o
objetivo de transferi-lo para o AMIGOS DO BEM.
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Ata da Primeira Assembleia do AMIGOS DO BEM que elegeu João Tavaras, assessor do vereador Edmar
Máximo, como presidente da entidade, com a participação de vários servidores públicos municipais da
Câmara – Pode, mas não deveria. Já que uma ONG pode ou não receber recursos municipais. E pode ser
usada eleitoreiramente, em uma ação acintosa de compras de votos indiretamente.
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Essa é a chapa eleita do AMIGOS DO BEM, que sequer existia, só passou a existir somente após a aquisição do CNPJ do
Instituto Presbiteriano, que optou por não encerrar as atividades e sim transferir o seu CNPJ na Receita Federal para
para as mãos do vereador Edimar Máximo
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Prestação de contas de 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015 feita pelo AMIGOS DO BEM.
Mas que que deveria ter sido feitas pelo Instituto Presbiteriano
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Este é o Projeto de Lei do vereador Edimar Máximo, que beneficia o vereador Edimar Máximo com a sua ONG (AMIGOS DO BEM) registrada no nome do seu assessor.
Altera o Caput e da nova nova redação ao Art. 1º da Lei 7.275, de 30 de Dezembro de 2010.
O Povo de Divinópolis, por seus representantes legais aprova, e eu, na qualidade de Prefeito Municipal, em seu nome, sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º O Caput da Lei 7.275 de 31 de dezembro de 2010 passa a ter a seguinte redação: “ Declara de Utilidade Pública a Associação de Promoção Humana,Social,Cultural e Desportiva ( Amigos do Bem ). ”
Art. 2º O artigo 1º da Lei 7.275 de 31 de Dezembro de 2010 passa a ter a seguinte redação: “ Art. 1º – Fica declarada de utilidade pública a Associação de Promoção Humana,Social,Cultural e Desportiva ( Amigos do Bem ) fundada em 09 de fevereiro de 2006, inscrita no CNPJ sob o número 07.903.138/0001-40, com sede e foro neste município”.
Art. 3 º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação
AMIGOS DO BEM, do vereador Edimar Máximo
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O Divinews entrevistou o vereador Rodyson Kristinamurti (PSDB) que é o relator da Comissão que investiga as entidades tidas pelo de Utilidade Pública, e que não prestam contas, como determina a lei. O vereador ciente desta troca de CNPJ e principalmente da prestação de contas de uma entidade que prestou contas retroativa ao período em que ele sequer existia, disse que passará o caso para o departamento jurídico para a a advogada Rosilene, que examinará a sua legalidade também quanto ao aproveitamento da carência do Instituto Presbiteriano. O tucano também adiantou que o presidente da Casa, teria dito para ele que por ser um ano eleitoral não está disposto a criar animosidade de cassar o título de utilidade pública de “ninguém. (aguarde matéria especifica sobre o caso)
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