Durante a votação dos projetos EM-010/2016 e EM-011/2016, nesta última terça (19), os vereadores do PROS, tomaram a decisão, inicialmente de se retirarem do plenário no momento em que o presidente Rodrigo Kaboja anunciou a inclusão dos dois projetos na Ordem do Dia, todos os três vereadores, Marquinhos Clementino, Careca da Água Mineral, e o próprio presidente da legenda, Edimar Felix saíram. Mas Marcos Vinicius, não saiu, continuou e votou pela inclusão – Na sequencia, durante as votações das emendas apresentadas por Adair Otaviano, ao projeto EM-011/2016, Marcos até votou com os companheiros de partido pela aprovação das emendas. Mas na votação do EM-010 e EM-01, enquanto todos edis do PROS, novamente se retiraram do plenário, Marcos mais uma vez continuou e votou favoravelmente à aprovação do polêmico projeto – Já durante a sessão ordinária, o presidente do PROS, Edimar Felix, procurou o editor do Divinews e cochichou que se Marcos votasse pela aprovação do EM-011 iria expulsá-lo. E quando terminou a sessão ordinária, em entrevista, mais uma vez Felix reafirmou que expulsaria Marcos Vinicius. Mas logo Marquinhos Clementino, também do PROS, começou a falar com Felix, “deixa isso pra lá”. Aí Edimar Felix, em uma segunda entrevista, já deu uma maneirada, mas ainda bateu o pé, dizendo que se Marcos não for expulso ele deixaria a presidência do partido – Ao ser ouvido o vereador Marcos Vinicius, disse que o partido (PROS) oficialmente não tinha fechado questão sobre a votação dos projetos, que ele se sentiu liberado para votar conforme sua consciência, por isso votou favoravelmente e que não poderia votar de forma alguma contra a saúde, pois tem responsabilidade e um ato desse poderia voltar contra ele. Finalizou voltando a falar sobre o acordo do SINTRAM, que era até que o prefeito recebesse a Comissão – Pelo andar da carruagem, como diz o radialista Jota Batista, da Rádio Minas, vai “VIRA NADA”, pois um precisa do outro. Marcos precisa do PROS para sair candidato, e o PROS precisa dos votos de Marcos, para fazer bonito nas eleições. Quando os ânimos estiverem serenados, mais uma vez: “VIRA NADA”.