Conforme informações da coordenadora de Políticas Sociais, do Sindicato Único dos Trabalhadores na Educação do Estado de Minas Gerais (SindUte/MG), Catarina Valle, a greve é em caráter nacional e deveria, em tese, também paralisar as escolas municipais, estaduais, federais e particulares. Contudo, ela acredita que somente as estaduais deverão paralisar suas atividades, como um dos exemplos, a Escola Antônia Valadares que já avisou aos alunos que não haverá aulas de terça a quinta-feira – Catarina explicou que são vários os pontos de reivindicações da categoria, o principal é que o piso seja obedecido, assim como os municípios parem de fazer parcelamento dos salários dos profissionais do setor, outros pontos são a terceirização, que já está ocorrendo em vários municípios e estados, citando o estado de Goiás que já entregou dez escolas para Organizações Sociais e a militarização da educação em escolas públicas, como está ocorrendo no estado do Amazonas – Quanto ao piso dos professores de Minas, ela afirmou que tudo está caminhando para que em abril, o governador Fernando Pimentel, comece a pagar, retroativo a janeiro – Na manhã desta terça (15) ocorrerá um ato no quarteirão fechado da Rua São Paulo, posteriormente ocorrerão duas Assembleias, uma em Belo Horizonte, no dia 16 e outra em Divinópolis, no dia 17.
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