A Polícia Militar realizou uma grande operação na tarde desta quinta-feira (3) no bairro Quintino, para cumprir mandados de busca e apreensão determinados pela Justiça. A operação de repressão à criminalidade aconteceu no bairro Quintino e foi comandada pelo segundo tenente Donisete José da Silva.
O resultado da operação culminou com a prisão de três pessoas e apreensão de 265 gramas e uma bucha de maconha, uma munição calibre 45 e ima grande quantidade de material provavelmente proveniente de furtos e robôs. Entre os materiais apreendidos estão tr4ês furadeiras, capacetes, bancos de veículos e três bicicletas.
ESTELIONATO – A delegada Daniela dos Santos, titular da Delegacia de Estelionato da 21ª Delegacia Regional, lavrou neta terça-feira (3) o flagrante de Ailma Aparecida Campos Oliveira, 48 anos, e Crézio Cleber Teodoro Júnior , 23 anos. Eles são acusados de formação de quadrilha e estelionato. Ambos foram presos após três meses de investigação. A prisão ocorreu na residência de Ailma, no Bairro Bela Vista quando Crézio a entregava uma mercadoria. Na casa foram encontrados vários objetos que comprovam a prática do crime. Documentos de terceiros, como identidade, CPF, a maioria de vitimas de São Paulo, também foram localizados pela Polícia Civil.
Além de Ailma e Crézio outras duas mulheres foram conduzidas para prestar esclarecimentos. Uma é filha de Ailma e a outra namorada de Crézio. Ambas foram ouvidas e liberadas por não ter sido comprovado envolvimento com o crime.
Ailma já possui passagem pela Polícia por estelionato. Em depoimento ela revelou que recebia documentos de um comparsa. Revelou que o comparsa adquiria os documentos em Belo Horizonte, mas não soube precisar o local. Com a documentação em mãos ela os utilizava para fazer compras de materiais para indústrias. Depois de comprar os produtos ela usava o serviço de uma Transportadora para que eles chegassem até Divinópolis. Antes mesmo que o produto fosse encaminhado ao endereço destinado na nota fiscal, Ailma pedia a Crézio que os buscasse na Transportadora, já que os endereços das notas fiscais não existiam e caso a Transportadora tentasse executar a entrega e não encontrasse o endereço, a mercadoria voltaria para as lojas. Depois de obter o produto, Ailma repassava o mesmo por valor abaixo do preço de mercado.
A Polícia Civil continua as investigações com objetivo de encontrar as pessoas que compravam os produtos, pois de acordo com a Delegada Daniela dos Santos, eles responderão por receptação.
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