Atualização: O Ministério Público informou que recorrerá da decisão uma vez que o fundamento para a soltura de Geraldo Couto, no entendimento de dois dos três Desembargadores, é que a prisão foi ilegal, porque a investigação foi procedida no âmbito do Ministério Público; decisão essa que vai de encontro ao entendimento sacramentado pelo Supremo Tribunal Federal de que o Ministério Público tem sim, o Poder de Investigação Criminal. Informou ainda que as ações de natureza civis continuam em andamento e são essas que visam o ressarcimento ao erário.
Fonte: Ultimas Noticias (Formiga)
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