Enquanto funcionários da Santa Casa realizam manifestações, causador da lambança tá que impetra mandado de segurança para voltar

Publicado por: suporte

Os servidores fizeram paradas em frente ao Fórum, na Prefeitura e por fim foram até a Câmara Municipal, como forma de pedir apoio às autoridades.

Cerca de 130 funcionários da Santa Casa de Caridade de Formiga fizeram uma manifestação pacífica pelas ruas de Formiga. A passeata ocorreu nesta segunda-feira (8), com início às 13h.
Os servidores (enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, estagiários e responsáveis pela cozinha, limpeza e lavanderia) se reuniram na posta do hospital e seguiram pelas ruas, com cartazes, apitos, chic-choc e megafone, como forma de sensibilizarem as autoridades e a população em relação ao fechamento das UTI’s NeoNatal e Adulto e a Maternidade.

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Danuse Rios, que é fisioterapeuta na entidade, explicou que o movimento pretende divulgar e conscientizar as autoridades de Formiga, pois toda a população de Formiga e região precisa dos serviços que são oferecidos pelo hospital.

De acordo com a coordenadora de enfermagem, Vanessa Vaz, os funcionários se reuniram com o provedor, Sidney Ferreira, na quarta-feira (4) e foi repassado a eles que, caso a entidade não consiga verbas, os três setores serão fechados em um prazo de 30 dias. “Essa foi uma das razões para que os funcionários se mobilizassem com essa passeata”, disse Vanessa.

“Esse ato é em prol dos interesses de toda a população. Estamos aqui como cidadãos e pensando nas centenas de pessoas que ficarão desempregadas se esses fechamentos ocorrerem”, completou Marilene e Silva, responsável pela Brinquedoteca da entidade.

A primeira parada da passeata foi em frente ao Fórum Magalhães Pinto, chamando a atenção das autoridades para o problema. Em seguida, o grupo se reuniu em frente à Prefeitura.

Na rua Bernardes de Faria, quando passavam em frente a escola estadual Professor Joaquim Rodarte, os manifestantes receberam o apoio dos alunos e professores do estabelecimento, com panos brancos e cartaz em frente a escola.

Por fim, os funcionários chegaram à Câmara Municipal, para pedir apoio e conscientizar os vereadores sobre a necessidade de uma ação rápida e eficiente. Os vereadores apoiaram a iniciativa, porém não foi autorizado que nenhum dos funcionários usasse a Tribuna do Povo para explicar sobre o problema. A negativa do presidente da Casa, vereador Piruca, gerou revolta, mas a decisão foi acatada e os manifestantes deixaram o plenário da Câmara.

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Com informações do Ultimas Noticias
 

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