Tolentino faz questão de reforçar ainda que o legislativo não deva ter privilégios. Para tanto, ele foi o primeiro deputado em Minas a abrir mão do auxílio moradia, já em 2013, mesmo não residindo ou possuindo imóvel em BH. Ele também foi o primeiro deputado a renunciar o recebimento do 14º e 15º salários, conhecido como auxílio paletó.
O auxílio moradia é um pagamento mensal de R$ 2.850,00 para que os deputados paguem seus alugueis. A previsão que a retomada dessa verba signifique um impacto de mais de R$ 10 milhões aos cofres públicos até o fim dessa legislatura (2018).
A Mesa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) entendeu que os membros do Poder Legislativo devem ter tratamento de equivalência em relação aos magistrados, que tiveram o pagamento do benefício concedido por uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Assim, segundo o entendimento da Mesa, já que o Parlamento mineiro não oferece a opção de imóvel funcional para os seus membros, como é o caso da Câmara dos Deputados, a ajuda de custo deve ser concedida a todos os deputados.
O PRE 1/15 também garante os pagamentos do auxílio-moradia e da verba indenizatória ao parlamentar licenciado para assumir os cargos de ministro de Estado, governador, secretário de Estado e de prefeitura de capital ou de chefe de missão diplomática temporária, se o deputado optar pela remuneração do mandato.
A votação em primeiro turno da PRE 1/2015 aconteceu no dia 05 de fevereiro e a aprovação se deu por 40 votos à 4.
Nozinho (PDT)




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