Agora, a presidente da Petrobrás, Maria das Graças Foster juntamente com cinco diretores “renunciaram”. Para o Sindipetro-RJ já foi tarde, pois com base em informação da imprensa de que o marido de Graças Foster teria 43 contratos com a Petrobrás, sendo 20 sem licitação, pedimos sua saída logo no início de sua gestão. Fizemos, inclusive, seu enterro simbólico na porta da sede da Petrobrás. Essa mesma imprensa, inclusive a Globo, denominou Graças Foster como uma das mulheres mais poderosas do mundo.
Esperamos que o novo presidente da companhia priorize o interesse nacional; acabe com os leilões de petróleo; prestigie os trabalhadores da Petrobrás e combata a corrupção. E, para isso, entendemos que os nomes a serem apresentados tanto para a presidência como para as diretorias, têm que passar pelo crivo dos trabalhadores. Têm que ser submetidos a eleição direta conforme ocorre com o representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da companhia. Caso essas políticas de defesa da Petrobrás não sejam aplicadas, serão enterrados simbolicamente pelo Sindipetro-RJ, como foi feito com a presidente Graças Foster e o diretor Renato Duque.
O povo brasileiro tem que voltar às ruas para desmascarar os “canalhas”, como fez na década de 40/50, na criação da Petrobrás e do monopólio estatal do petróleo. Lamentamos que o “novo” Congresso Nacional esteja abrindo uma nova CPI para novamente investigar a Petrobrás. O mesmo Congresso que nunca criou CPI para investigar as privatizações de FHC, a lista de Furnas, a SABESP, o aeroporto de Cláudio, o propinoduto do metrô de São Paulo, a sonegação da Globo no Imposto de Renda da transmissão da Copa do mundo de 2002 e a compra de votos para reeleição de FHC.
Enfrentar os canalhas estrangeiros, que sempre cobiçaram o petróleo alheio, inclusive o nosso, já virou rotina no mundo. Mas, é duro ter que enfrentar canalhas brasileiros!
As Agências de riscos Moody`s e a Fitch Ratings rebaixaram a classificação da Petrobrás. A Moody`s, junto com a Globo, classificou as ações da Petrobrás de lixo. São as mesmas agências que, em 2006, davam avaliação AA (maior grau de investimento) para os EUA, às vésperas da quebradeira histórica da economia americana.
Com site do sindicato dos petroleiros


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