A categoria observa as diferenças de entendimento do Ministério Público de Formiga para o Ministério Público de Divinópolis, de um problema quase semelhante, variando em apenas uma ou outra irregularidade.
Enquanto em uma cidade o promotor de Justiça, Láurence Albergaria Oliveira, com o juiz Ramon Moreira acatando o pedido da Ação Civil Pública formulada pelo MP, contra a gestão do interventor Geraldo Couto à frente da Santa Casa de Misericórdia. Em outra cidade, o mesmo interventor, além de ter seu trabalho elogiado pelo promotor da Curadoria de Fundações, ainda tem o contrato renovado na gestão da UPA Professor Padre Roberto, pelo município. Seriam práticas de gerenciamento hospitalar diferenciado de uma cidade para outra? Ou existem duas mente em apenas um corpo físico? Mas que existe alguma entendimento equivocado, isto existe. Ninguém entende, exceto as partes envolvidas diretamente na gestão.
A gestão dos ex-administradores estava tão desacreditada que o próprio promotor de Justiça Láurence Albergaria Oliveira, foi pessoalmente com policiais civis, apreender documentos na Santa Casa de Formiga. Isto foi um sinal de que o MP não estava acreditando em suas versões verbais e apresentações de prestação de contas, como eles fazem em Divinópolis com todas as autoridades e entidades. Mas que na prática do dia a dia, as evidências são outras. E que em breve deverá aparecer com a provável intervenção do Estado, que a partir do dia 1º tem um novo governador e um novo secretário e terá que resolver o problema de forma definitiva.
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