O início do império Globo foi através do jornal “A Noite” fundado por Irineu Marinho, que rapidamente evoluiu ao fundar o Jornal O Globo e outros títulos de mídia impressa. Foi Roberto Marinho, filho de Irineu que vislumbrou um novo negócio e criou o embrião do império, a TV Globo Rio. A concessão foi dada pelo ex-presidente Juscelino Kubitscheck em 1957 e a segunda concessão em 1962 por João Goulart para a montar da TV Globo em Brasília. Mesmo assim, na revolução de 1964 a Globo foi ingrata com quem lhes deu as concessões, Juscelino e Goulart. E se bandeou para o lado dos militares, os apoiando integralmente. E foi durante a ditadura militar que a Globo explodiu como Rede Nacional e se impôs como uma voz dos generais, tornando-se um poder acima até mesmo do Legislativo e Judiciário, já que estava alinhada com os militares que mandavam no pais. Daí nasceu o seu vício pelo poder, de influenciar nos destinos do Brasil para o lado que ele quiser que necessariamente não é o do povo.
O problema da Globo é que de um lado ela critica as gestões presidenciais. Aponta erros e desvios. Mas esconde o quanto ela fatura com o governo federal e que tais recursos poderiam ser aplicados em áreas de desenvolvimento sociais. Isto ela não conta e nem estampa no Jornal Nacional e nenhum outro telejornal.
E qualquer presidente que for contra os seus interesses financeiros e políticos entra na sua lista negra e é decepado em seus jornais, em emissoras de TV, Rádios, Jornais e agora internet. Pode ser Presidente da República, Ministros de estados ou do judiciário, juízes de primeira instâncias, Procurador-Geral de Estados ou da União, Promotores federais ou estaduais, Policiais de toda ordem, federal, estadual e militar. Em muitos momentos são notícias republicanas mesmo, mas em outros são apenas travestidas, existem outros interesses por trás, nada republicanos.
O grupo sempre se posicionou politicamente, com sua preferencias. Mas também sempre de forma subliminar, disfarçada de imparcialidade, usando uma estratégia editorial que passa para seu público a impressão de isenção, com um real interesse em desvendar os maus feitos dos homens públicos.
Vários erros políticos a Globo já cometeu e até já os reconheceu, mas continuou a cometê-los. O mais gritante e reconhecido recentemente que errou ao apoiar a ditadura militar, chegou em editorial admitir o erro e pediu desculpas ao povo brasileiro. Mas, pelo jeito, quer daqui a 50 anos voltar a pedir desculpas novamente.
Outro grande erro da Globo, e confessado por seu ex-executivo, o também ex-todo poderoso, Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho) que confessou abertamente em entrevista, que a emissora manipulou o debate entre Lula e Collor na primeira disputa presidencial do petista, para dar a vitória a Collor. E que depois a própria Globo viu o erro que cometeu, e na dobradinha editorial histórica com a Revista Veja, deu um jeito de contribuir decisivamente com o impeachment do Caçador de Marajás. Mas recentemente o STF decidiu pela inocência de Collor.
Outro dos muitos erros da Globo foi reverberar em 2004, a denúncia que Veja fez contra o ex-deputado e presidente da Câmara Federal, Ibsen Pinheiro. Que posteriormente foi comprovado a inocência de Ibsen Pinheiro, mas aí Inez era morta. Ibsen prematuramente foi defenestrado da vida política.
Voltando à disputa recente, entre Dilma e Aécio. Só não notou quem não quis, que a Globo apoiou o tempo todo que o tucano vencesse a disputa e usou todo seu arsenal editorial para que Aécio Neves vencesse, no primeiro e no segundo turno. No primeiro ela conseguiu ao usar Marina Silva para levar a disputa para o segundo turno. Já no segundo turno só não conseguiu o seu intento por um único motivo, que no passado não existia, a INTERNET com a atuação eficaz dos blogs de esquerda e da militância petista nas redes sociais não deixou que o “golpe” perpetrado pela dobradinha Globo + Veja desse a vitória para Aécio.
Apoios “espontâneos”
Repararam a quantidade de atores, atrizes, cantores sertanejos, jogadores e ex-jogadores de futebol e voley declararam seus apoios ao candidato tucano Aécio Neves. Vocês acham que tais apoios foram espontâneos? Que todos eles procuraram a coordenação de campanha do candidato e se dispuseram a apoiá-lo? Claro que não. Por trás tinha o dedinho da Globo. Que personalidade seria capaz de dizer um não para a toda poderosa Globo? Nenhum. Teve até o episódio do garoto Neymar, que teriam feito uma montagem do jogador apoiando a candidata Dilma e posteriormente apareceu um vídeo “espontâneo” do jogador com um texto que com certeza não era dele, mas apoiando oficialmente o tucano Aécio Neves e não Dilma. Vocês também acham que o apoio de Neymar também foi espontâneo?
O casting global, de apoio ao tucano era tão grande, que mais parecia que uma nova novela seria lançada no dia 5 de outubro.
Jornal Nacional
Os apresentadores do Jornal Nacional, claro, com estratégia traçada nos bastidores entre os homens de mando da Globo e mais o editor Willian Bonner, partiu para cima de todos os candidatos, para não dar na cara, mas o alvo final era a candidata petista Dilma, tanto é que teve até dedo em riste da apresentador Patrícia Poeta e um sem números de intervenções de Bonner, diferente de outros candidatos.
Jornal da Globo
Foi o rei das notícias econômicas negativas e ataques à candidata/presidenta Dilma. Tanto é que ela se recusou em participar do telejornal do apresentador Willian Wack, que muitos chamam, principalmente os petista de, neonazista, pelo seu jeito meio alemão.
Manchetômetro
Manchetometro foi uma ferramente desenvolvidas por um grupo de pesquisa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro que mediu durante as eleições todas as manchetes divulgadas nos meios de comunicação, negativas e positiva dos candidatos. Detectou que negativamente contra a Dilma foi um arraso tanto no Jornal Nacional, Folha, Estadão e O Globo. Para Aécio o Manchetometro só achava elogios, criticas quase nenhuma.
Casamento de Veja com Jornal Nacional
Eles se uniram com um projeto comum aos dois, derrotar não apenas Dilma, mas Lula e Dilma. Ou melhor aniquilar o movimento trabalhista. E funcionava como funcionou, com a fictícia denúncia de que o doleiro teria acusado frontalmente Dilma e Lula de saberem do esquema de corrupção na Petrobras. Um levantava a bola para a elite, no caso a Veja, e o outro chutava para o povo, o Jornal Nacional, que mesmo com sua audiência em baixa, ainda faz um arraso de estrago no meio do povão, pois na grade de programação o JN está entre duas novelas.
A Edição de Veja que foi antecipada para sair na sexta-feira (23), anterior a eleição. Aquela da denúncias, só não foi reverberada na edição do Jornal Nacional naquela mesma sexta, por que naquele dia tinha o debate dos candidatos na emissora. E o clima ficaria bastante pesado. Até com risco da cúpula petista avaliar que foi golpe, como de fato foi. E resolver não deixar a candidata Dilma participar de um debate que eles entenderiam como armado. Por isso a tabelinha VEJA x JN só foi para o ar no dia seguinte, no sábado (25).
Medo da Globo
É inegável, e quem falar que não está mentindo. Todos os poderes legalmente constituídos tem medo da Globo, dos membros do Poder Executivo, ministros e secretários, tanto faz ser de primeiro ou segundo escalão. Membros dos Legislativos, tanto o federal quanto os estaduais. Passando pelo Judiciário e Ministério Público, ministros, desembargadores, juízes e procuradores e promotores. O exemplo mais prosaico é quando um repórter da emissora quer uma entrevista. O mundo para, para a entrevista exclusiva acontecer o mais breve possível.
Globrasil
Diante de toda sua história e da pressão que faz sobre as autoridades de todos os poderes, querendo impor suas vontades para continuar com suas vantagens políticas e comerciais, pode-se dizer que a Globo não se contenta em criar, produzir e difundir alguns bons conteúdos televisivo. Ela quer ter o domínio das mentes e corações dos brasileiros através da sua pesada estrutura de divulgação, através das mais variadas formas de divulgação.
Regulação da Mídia
Primeiramente seria necessário que o governo modificasse este nome de Regulação da Mídia, pois equivocadamente passa a impressão que regular é controlar conteúdo, é censurar. E não é isto. Mas é esta ideia que a Globo e outros veículos estão vendendo. Que o governo quer controlar e censurar. Mas não é isto.
A exemplo de países desenvolvidos, como Estados Unidos, França, Alemanha, Inglaterra, entre outros países está o nosso vizinho Argentina, é a normatização dos grupos de comunicação. Não permitindo que nenhum grupo de comunicação tenha uma concentração exagerada de vários meios de transmissão, que possa controlar a mente dos cidadãos, e que tudo que seja transmitido por tais grupos passem a ser a verdade absoluta, que possa ter um contraponto de uma provável manipulação.
Internet
E não fosse a atuação da internet, através das mídias sociais, esta manipulação teria sido absoluta e Dilma não teria conseguido ser eleita presidente. Tentar eles bem que tentaram no 1º e 2º turno, como não conseguiram, fazem força para que ocorra o 3º turno, ou seja, GOLPE na democracia que elegeu Dilma presidente do Brasil. E não adianta chorar. Pois se a mídia tradicional não vê, ou vê demais. Os milhões de usuários da internet, blogs e redes sociais veem e contam a verdade. E também tomam partido defendendo e atacando, conforme suas convicções.
Daí a necessidade da democratização da mídia. Fazer ver à Globo, que ela não é um pais, é uma emissora de televisão, uma concessão pública. É um grupo de comunicação. Não é um pais independente dentro do Brasil. Ela não é GLOBRASIL.
Leia em breve no Divinews: o que a Globo, Veja, Folha e Estadão não contam de jeito nenhum (numericamente) para os brasileiros. Que eles metem a mão em um bom dinheiro público, que poderia ser melhor utilizado. São as exorbitantes verbas publicitárias direcionadas para eles. E pasmem! A Globo leva mais de 60% de todo dinheiro do governo federal. Através da boazinha e republicana SECOM-PR






