Um dos moradores além dos problemas causados pela poluição do rio, elencou outros problemas do bairro, como excesso de trânsito no local. Os problemas que a FCA – Ferrovia Centro Atlântica também causa para os moradores que moram próximo a via férrea e a cobrança da taxa de esgoto que a COPASA faz, sem tratar um milímetros de esgoto no bairro.
Todos os políticos foram alvos da ira dos moradores, de vereadores, que não aparecem nunca, e muito menos o vereador que foi eleito para o Legislativo, carregando o nome do bairro, Edimilson do Niterói, que depois de eleito, relegou o bairro e quer ser chamado de Edmilson Andrade, apareceu por lá, a deputados federais e estadual, os nomes de todos foram gritados a pleno pulmões e cobrados para que atuem em favor do povo.
Os moradores/manifestantes prometeram que na próxima terça-feira, dia 16 eles estarão novamente no mesmo local para continuar os protestos. Alguns defenderam que antes da realização dos protestos eles deveriam ir para a Câmara dos Vereadores cobrar um posicionamento dos vereadores, “Eles foram eleitos por nós, para trabalhar para a gente e não para ficar lá sem fazer nada e servindo só ao prefeito – Eles vão ver em 2016 o que vai acontecer com eles”, ameaçou uma das moradoras.
A manifestação realizada logo após a ponte, no sentido Niterói. Deu um nó no trânsito, com reflexos na Getúlio Vargas e alterou a rotina dos usuários dos transportes coletivos que vão para o bairro ou precisam passar por ele. Os pontos de ônibus ficaram bem mais cheios que o habitual, já que os horários foram todos alterados em consequência da retenção.
Um grupo de mulheres com a retenção que se formou, estavam coletando assinaturas, em um abaixo-assinado para ser entregue ao prefeito Vladimir Azevedo com suas reivindicações.
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