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Paulo José de Oliveira, é o presidente do STSSF há mais de 25 anos, desde a sua fundação. E explicou que a entidade da classe trabalhadora foi fundada com o objetivo de defender os interesses dos trabalhadores frente a crise que a Santa Casa estava passando ainda em 1988. E que no ano de 2000 a situação do hospital piorou em consequência da má gestão dos Irmãos Vicentino, não tendo dinheiro nem para comprar agulha e remédios e que o sindicato através de doações chegou a comprar comida para os pacientes e funcionários.
O sindicalista afirmou que denunciou ao Ministério Público o que estava acontecendo, mas nada foi feito. Na mesma época os vereadores da Câmara, por oito meses, investigaram através de uma CPI da saúde, mas não conseguiram ir a frente, por que os provedores derrubaram a CPI.
Ele (Paulo) chegou a usar a tribuna da Câmara levando um dossiê sobre as irregularidades que eram praticadas na Santa Casa. E no dia seguinte, o Ministério Público foi quem tomou providência decretando a intervenção no hospital quando todos foram afastados e nomeada uma comissão interventora que conduziu a administração por cerca de um ano e meio. E neste período a Santa Casa foi colocada em ordem e eles provaram, segundo Paulo, que o SUS dá certo e dá até lucro quanto a administração é feita por pessoas sérias e competentes.
E nesta época, o líder sindical contou que a Comissão Interventora descobriu no cofre da entidade que havia uma apólice de seguro de cerca de R$ 20 milhões que um casal formiguense havia deixado, não só para a Santa Casa, quanto para outras entidades filantrópicas, o fato é que para a Santa Casa coube o valor de R$ 3 milhões de reais. E que os interventores deixaram o hospital com lucro.
“No final da intervenção de 2002 a 2009, a Santa Casa foi parar nas mãos dos Irmãos Benfeitores, que é formado por um grupo de pessoas da cidade que elege tal grupo. Neste período, o sindicato indicou boas pessoas, mas tais pessoas não agiram, não fiscalizaram as ações – A administração sempre foi ruim, nunca esteve bem, sempre com déficit. Os R$ 3 milhões que haviam em caixa desapareceram e a justificativa dos Irmãos Benfeitores é que o dinheiro foi usado para pagar dívidas com os médicos – E neste período, mesmo com a situação difícil, o sindicato conseguiu algumas melhorias para o trabalhador”, contou Paulo José.
Geraldo Couto (Formiga)
Segundo o líder sindical, Paulo José de Oliveira, foi em 2009 que Geraldo Couto apareceu no cenário. Pois mesmo sendo Formiguense não trabalhava na cidade e sim em Belo Horizonte, segundo ele, na Unimed de Belo Horizonte.
“Em 2009 teve uma eleição para provedor da Santa Casa e os Irmãos Benfeitores precisavam de um nome forte para nos enfrentar, pois cobrávamos muito, então eles trouxeram o Geraldo Couto que é forminguense e o elegeram como provedor da Santa Casa. Mesmo sem que ele tivesse o tempo legal para ocupar o cargo, mesmo assim foi eleito como provedor. E o sindicato contestou sua eleição e o Ministério Público não fez nada”.
Ele disse desconfiar que aconteceu alguma coisa na Unimed de Belo Horizonte, pois, tanto é que, conclui Paulo, ele não é da Unimed de Formiga.
O sindicalista, disse que o primeiro ato de Geraldo Couto, foi comprar todos os dirigentes sindicais, oferecendo cargos na Santa Casa, inclusive para ele (Paulo). E o dirigente sindical fala da personalidade pessoal de Geraldo: “Ele é teatral e se precisar chorar, chora”.
Paulo contou que apesar de Geraldo ter tentado persuadir o sindicato em uma composição, a entidade não cedeu por que não havia confiança na pessoa dele.
Até que Geraldo Couto ofereceu um cargo administrativo para o presidente do sindicato e Paulo acabou aceitando trabalhar na comunicação e marketing da Santa Casa. Segundo ele, desde que fosse referendado e homologado em assembleia. Como isto foi feito ele aceitou. Com a condição de que não deixaria a direção do STSFF. Então passou a ser assessor de comunicação e marketing da Santa Casa, acumulando com o cargo de dirigente sindical.
Em sua atuação, Paulo criou um jornal com o objetivo de arrecadas fundos para a Santa Casa, o “Campanha Santa Casa Nossa”, além de promover shows e varias ações.
Contudo, no mesmo período, exercendo sua dupla função. Como líder sindical soltava um boletim do sindicato falando das mazelas da entidade, na contramão do que institucionalmente era mostrado como positivo.
E isto, claro, contrariava Geraldo Couto, que: “Ele maltratava todo mundo, xingando palavrões. Ele é uma pessoa muito ruim”, afirmou Paulo.
“Como ele viu que não conseguia dominar e tomar o sindicato, tentou ganhar na eleição montando uma chapa – Ele ameaçava todo mundo – E neste interim eu entreguei o cargo – Ele contava que sua chapa ia ganhar e ficou furioso quando nós ganhamos”.
Foi nessa ocasião que Paulo, afirmou ter sido ameaçado fisicamente por um gerente de Geraldo Couto.
O dirigente contou que, foi a pá de cal para Geraldo Couto, que vislumbrou outra saída para dominar os trabalhadores, em meio a uma campanha de negociação salarial com o STSSF, ele na “surdina” fez outra negociação com outro sindicato, o SINTIBREF, que é o sindicato que está até hoje representando os trabalhadores e que ele tem total domínio.
O dirigente sindical contou também que, em 2010, como déficit mensal da Santa Casa era de R$ 40 mil reais por mês. O sindicato fez carnezinho para a população contribuir, segundo as posses de cada um. E esta campanha, nos cálculos de Paulo, iria arrecadar cerca de R$ 300 mil reais. E no dia que foram apresentar o projeto para o provedor Geraldo Couto, ele jogou o projeto no lixo, por que segundo Geraldo quem deveria controlar os recursos da Campanha era quem mandava, no caso ele.
Com a desavença sobre quem ia gerir os recursos, a campanha foi encerrada e ninguém mais do município, a partir de então quis contribuir com a causa da Santa Casa. E que atualmente existem algumas pessoas, mais ligadas ao grupo do provedor (Geraldo Couto).
O líder sindical então entra direto em uma série de acusações e denúncias contra Geraldo Couto; “O sindicato era perseguido por ele que passou a encher a Santa Casa de estagiários e terceirizados – Forçou os funcionários do CPD (Centro de Processamentos de Dados) a sair e colocou uma empresa dele para administrar – A Fisioterapia ele transferiu para o seu controle – Outro filho dele, através de empresa própria dá manutenção nos aparelhos de ar condicionado – Sumiram R$ 2 milhões de reais e a Santa Casa foi intimada a devolver o recurso para o Ministério da Saúde e foi feito um acordo de devolução de R$ 200 mil por mês – Tinha compras superfaturadas com comprovação de nota fiscal – Comprou prateleiras usadas mais cara que o preço de novas – No último balanço que tive acesso a Santa Casa continuava com déficit de R$ 500 mil reais/mês”.
Todas as denúncias acima o líder sindical afirmou que foram feitas através de um dossiê, na tribuna da Câmara Municipal de Formiga e que enviou cópia para várias entidades, como Associação Comercial, Fórum, Prefeito, Ministério Público. E que até hoje (16/8) ninguém tinha tomado providencia alguma. E que sequer a imprensa divulgou, já que é dominada por ele.
“Ele é muito poderoso (Geraldo), e é um cabo eleitoral do deputado ………….. Desde que ele veio para Formiga”, afirmou o sindicalista. (O Divinews omitiu o nome do deputado que ele citou, pela lei eleitoral)
Paulo José de Oliveira, finalizou sua entrevista. Falando dos vários processos que tramitam na justiça contra a Santa Casa de Formiga em consequência da atuação de Geraldo Couto e fazendo um alerta para a cidade de Divinópolis. “Ele pode fazer lá a mesma coisa que fez aqui”.
O Divinews tentou fazer um contato com Geraldo Couto, provedor da Santa Casa de Formiga na tarde desta última segunda-feira (18), às 16h10min. Inicialmente foi informado por Loraine que ele não se encontrava no hospital, posteriormente confirmada por Lilian, que informou que na sua ausência a responsável pela unidade hospitalar era Mariana que é Diretora Administrativa, contudo, ela também não se encontrava no local de trabalho.
Perguntamos onde poderíamos encontrar Geraldo Couto? “Não, sei. Será no São João de Deus, em Divinópolis?”
Geraldo Couto (Divinópolis)
Já em Divinópolis a história é que, inicialmente com a saída de Ronan Pereira, ex-frei e ex-presidente da Fundação Geraldo Correa, mantenedora do Hospital São João de Deus, que foi nomeado pela Ordem Hospitaleira de Portugal e que deixou o hospital em uma lamuriosa situação financeira, à beira de quebrar e fechar as portas. Posteriormente na tentativa de recuperar a unidade hospitar foi contratado um novo superintendente, Euler de Paula Baumgratz, que após 18 meses à frente do hospital foi demitido pela diretoria da Fundação, decisão tomada após uma reunião com o Ministério Público.
A informação oficiosa e não oficial é que a saída de Euler ocorreu em consequência de sua negativa em não assina um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta, proposto pelo Ministério Público. E segundo ele, não assinaria por que não conseguiria cumprir os termos.
Após a demissão de Euler, o Ministério Público, através do promotor Sérgio Gildin, da Promotoria de Fundações decretou a intervenção no Hospital São João de Deus e nomeou como empresa interventora, a DICTUM, que diante do seu know how e expertise na área, como uma indicação também do governo do Estado, ficou incumbida de reestruturar o HSJD para que ele não fechasse as portas. Na ocasião o promotor Sérgio Gildin afirmou que foram feitas pesquisas para encontrar a empresa certa e que não tivesse nenhum envolvimento político partidário, fosse uma escolha técnica.
Como diretor da Dictum foi apresentado formalmente, Ariston de Oliveira Silva e como novo superintendente do HSJD, Afrânio Emilio Carvalho da Silva. O papel e a função de Geraldo Couto, nunca ficou muito claro dentro da nova estrutura. O fato é que em 10 de janeiro, o editor do Divinews realizou uma entrevista com ele, o classificando também como diretor da DICTUM, função esta que não foi contestada. Já em outras ocasiões e em outras matérias para veículos diversos de comunicação, ora ele é diretor técnico, ora consultor, ora administrador. Mas uma coisa é certa. Tem poder de mando e influência na estrutura.
Geraldo Couto, segundo fontes confidenciais de informações, ele atua em todas as pontas da organização, como uma eminencia parda na estrutura, e que tudo passa por suas mãos, além de ser o político do grupo que intermedia as ações nas mais diversas correntes políticas.
É a empresa de Geraldo Couto, após o prefeito ter decretado estado de emergência na saúde do município, quem está administrando a UPA Ponte Funda, agora UPA Padre Roberto. E é ele também quem administra o Hospital São João de Deus, a Unidade II, onde anteriormente era o Pronto Socorro.
Durante a entrevista que o Divinews realizou com o sindicalista Paulo José de Oliveira do sindicato que foi “destituído” de representar os funcionários da Santa Casa de Formiga, Paulo afirmou disse: “Ele vai enganar o Ministério Público, falando que está fazendo uma coisa, não está fazendo ou está fazendo outra coisa. Por que ele passa o ar de seriedade e qualquer um acredita”
Na edição do Jornal Agora do último fim de semana (16,17/08), em uma matéria que em que um médico denuncia que ao passar para fazer a visita aos pacientes na parte da manhã, viu “enfermeiros remanejando pacientes de quartos e fechando outros”, dizendo que foi quando ficou sabendo que teria uma redução de 30% dos leitos. Após a jornalista ter ouvido o superintendente sobre a versão dos fatos. Ela ouviu, como está noticiado, o “assessor” da Dictum, Geraldo Couto que contestou o médico, dizendo que “ o hospital está fazendo uma readequação no sistema de internações e não redução nos leitos”.
O fato é que existem muitas informações desencontradas. Ao mesmo tempo que é concedida uma entrevista positiva, logo a seguir as ações se mostram ao contrário.
A presidente do SINDEESS (Divinópolis), Denísia Aparecida, afirmou para o Divinews que vai levar todo os problemas para o Ministério Público, com a expectativa que eles acreditem e tomem as devidas providencias.
EM TEMPO: após o Divinews ter publicado a matéria, uma fonte nos passou informações sobre o fechamento do Hospital São Vicente de Paulo. É a terceirização em ação.
FECHAMENTO DO HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO
http://www.paraopeba.cam.mg.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=98:fechamento-do- hospital-sao-vicente-de-paulo.
PARA ENTENDER O FECHAMENTO DO HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO
O Hospital São Vicente de Paulo de Paraopeba é uma entidade privada de propriedade da Fundação São Vicente de Paulo.
Nos últimos anos, a Prefeitura Municipal, que é obrigada por lei a disponibilizar para a população o atendimento de urgência e emergência, comprava esta prestação de serviço do Hospital São Vicente de Paulo.
Apesar de o Hospital ser uma fundação privada e teoricamente ter que sobreviver prestando serviços diversos, seja por convênio, seja por atendimento particular, a
realidade é que era o serviço de urgência e emergência comprado pela Prefeitura Municipal que mantinha o hospital.
Ocorre que, na administração passada, em outubro de 2012, a Prefeitura Municipal deixou de comprar o serviço de urgência e emergência do Hospital e este veio a fechar em 14 de novembro de 2012.
NO ENTANTO, DIVERSOS CAPÍTULOS ENVOLVEM O FECHAMENTO DO HOSPITAL, QUAIS SEJAM:
1 – Em 22 de setembro de 2010, depois de instaurado pela Promotoria Pública (Curadoria de Fundações Privadas) um Inquérito Civil Público, para averiguar possíveis irregularidades na administração do Hospital, a Fundação São Vicente de Paulo se comprometeu através de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) a tomar algumas providências. (documento anexo).
2 – Em 29 de junho de 2011, de acordo com a peça exordial da Promotoria Pública, em uma ação civil pública que pedia a Intervenção Judicial do Hospital, o i. Promotor de Justiça apontou, depois de diversos levantamentos, “a incapacidade gerencial”da Fundação São Vicente de Paulo para administrar o Hospital. (cópia da exordial anexa)
3 – Pedida a intervenção e indicado pela Promotoria Pública o Sr, Ariston de Oliveira Silva, sócio do Instituto Axis, como interventor, em 04 de julho de 2011, o Poder Judiciário determinou a intervenção e a nomeação do Sr. Ariston de Oliveira Silva como interventor do Hospital. Ao Instituto seria pago, conforme sentença anexa, os valores de R$ R$ 27.840,00 (vinte e sete mil, oitocentos e quarenta reais) nos três primeiros meses, mais R$18.560,00 (dezoito mil, quinhentos e sessenta reais) nos meses subsequentes até o fim dos trabalhos.
4 – Num esforço conjunto, para tentar salvar o Hospital, a administração passada, comprometeu-se a comprar o serviço de urgência e emergência e por reiteradas vezes aumentou o valor repassado ao hospital pelo convênio firmado, chegando, em 2012 a R$ 85.000,00 (oitenta e cinco mil reais mês)
5 – Como os recursos não eram suficientes, a Câmara Municipal, em 2010, foi chamada pelo Ministério Público para um TAC em que ficou firmado que, como a Câmara não podia passar recursos diretamente à Fundação, por vedação legal, o legislativo devolveria ao Executivo R$ 120.000,00 e este repassaria este valor ao Hospital.
6 – Pois bem. De 2010 a 2012 a Câmara Municipal devolveu à Prefeitura o total de R$ 532.509,54 (quinhentos e trinta e dois mil, quinhentos e nove reais e cinquenta e quatro centavos) para ser repassado ao Hospital.
7 – Ocorre que em outubro do ano passado a administração passada deixou de comprar na mão do Hospital o serviço de urgência e emergência. Chamada pela Promotoria Pública, a Câmara Municipal foi informada que caso a Prefeitura não mantivesse o serviço de urgência e emergência dentro do Hospital, repassando os valores pactuados, o hospital seria fechado.
8 – Então, o Instituto Axis (interventor do Hospital) foi chamado à Câmara Municipal para debater a questão em novembro de 2012, juntamente com a Promotoria Pública, os funcionários e a própria comunidade.
9 – O Instituto Axis, os funcionários e alguns populares
compareceram a reunião. O Promotor não compareceu justificando que o horário marcado, qual seja, 18h, estava fora do seu horário de expediente.
10 – Nesta reunião os funcionários demonstraram grande insatisfação com a administração do Instituto Axis, que segundo eles, mesmo recebendo uma quantia muito alta pela administração, não havia feito nada do prometido, pois segundo eles, quando assumiram o hospital o Instituto Axis havia prometido transformar o Hospital num modelo para a região.
11 – O Instituto Axis revelou que mesmo diante dos repasses que ainda haviam de ser feitos pela Prefeitura até dezembro, o caixa era negativo e dívidas ainda ficariam para serem quitadas.
12 – No entanto, em 14 de novembro de 2012 o Hospital foi fechado. Preocupada com a questão, a
Câmara Municipal perguntou ao Instituto Axis se o repasse de R$ 100.000,00 ( cem mil reais), que poderia a Câmara fazer (e faria) através do Executivo, reabriria o Hospital e recebeu como resposta que esse valor não era suficiente para tal.
13 – Já em 2013, procurada por diversas pessoas da comunidade e pelos funcionários do Hospital ( que tem em mãos um abaixo assinado), a Câmara acompanhou estes funcionários numa reunião com a Juíza de Direito. Os funcionários explicaram a Juíza que a administração do Instituto Axis não funcionou, mesmo porque o Hospital foi fechado.
Demonstraram sua insatisfação com a direção deste Instituto. A Juíza, por sua vez, explicou que a legitimidade ativa para requerer o fim da intervenção era do MP ou da Fundação São Vicente de Paulo, se estes julgassem que esta fosse a solução.
14 – A Câmara Municipal fez então contato com a Fundação São Vicente de Paulo para saber qual era o planejamento desta instituição com relação ao Hospital. Nesta reunião, ocorrida na Câmara Municipal, a Fundação deixou claro que não tem mais condições de administrar o Hospital, mas que comunicaria a questão para a administração central em Contagem para decidir o que fazer. A Câmara Municipal, preocupada até mesmo com o patrimônio da Fundação, alertou aos vicentinos presentes que quanto mais demora na resolução do problema, mais a Fundação fica endividada e depois pode até perder seu patrimônio para pagar dívidas, pois, depois de findada a intervenção o problema volta a ser todo da Fundação São Vicente de Paulo.
15 – Como é uma entidade privada (uma fundação privada) restava a Câmara aguardar o posicionamento da entidade, que se pronunciou na quinta-feira última que não tem o que fazer. Por outro lado, o instituto Axis também colocou todos os funcionários de aviso prévio e ainda não pagou parcelas salariais de alguns meses.
16 – Mais uma vez, preocupada com a questão, a Câmara Municipal convocou esta reunião com a sociedade para que juntos busquemos encontrar um caminho para a reabertura do hospital, que sem dúvidas é de suma importância para a nossa comunidade.
Aroldo Costa Melo
Presidente Câmara Municipal de Paraopeba




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