Quase todos os restaurantes credenciados ao PAP têm problema de acessibilidade. O maior problema de acesso, impossível para cadeirantes e com grande dificuldade para idosos, está no Restaurante “Panela de Barro”. Lá existem dois lances de escadas, bastante íngreme. Já a comida é oferecida com variedade e o usuário pode se servir a vontade, desde que se sirva de apenas um pedaço de carne. Se colocar dois pedaços paga mais um real. No dia que o editor do Divinews esteve no local, segundo informações da proprietária, o sistema de conexão do restaurante com o computador da Coopelife não estava funcionando e por isso algumas pessoas não puderam almoçar usando o sistema PAP. Tiveram que procurar outro restaurante credenciado.
No restaurante “Hora do Almoço”, não existe problema de acessibilidade. O que existe é a diferenciação de atendimento aos portadores do cartão PAP, é um local bem freqüentado por comerciantes e bancários. E os portadores do PAP, chegam tímidos e incomodados com seus perfis diferenciados dos demais. E são informados que para pagarem somente R$ 1 real pela refeição, eles devem levar marmitex, ou pagar R$ 2 reais e se servirem à vontade, de saladas, legumes, arroz e feijão, desde que coloquem apenas uma carne, se colocar dois pedaços pagarão mais R$ 2 reais. A sobremesa, normalmente doce e não fruta e pago por fora.
Uma característica comum entre todos os restaurante credenciado é a inexistência de nutricionistas para fazer a comida balanceada, como era feito no Restaurante Popular.
Um dos proprietários do grupo de Restaurantes que foi credenciado pelo PAP, explicou que será a administradora do cartão “Coopelife” quem pagará a diferença dos R$ 4 reais, dos R$ 5 reais que cobram pela refeição, já que R$ 1 real é pago pelo próprio usuário. Contudo, ele está bastante temeroso que tais pagamentos possam atrasar e por isso não pretende alocar mais que 10% do seu movimento para o programa.
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