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Antônio Marco estava anteriormente alocado na função de canceleiro, em uma da passagem de nível da linha férrea que corta a cidade de uma ponta a outra, ao se envolver e se tornar um ferrenho militante nas manifestações contra a aprovação do projeto EM-056/2013 foi transferido do seu local original de trabalho fazendo com que perdesse cerca de R$ 1.500 reais e isto o desestabilizou emocionalmente.
Marco, em uma das reuniões ordinárias que foi realizada fora da Câmara, logo no inicio do ano, em conseqüência do projeto que extingue o cargo de serviços gerais, teve sua primeira discussão acirrada com o vereador Adilson Quadros.
Posteriormente em outras reuniões, totalmente descontrolado era um dos mais acirrado manifestante contra a aprovação do EM-056/2013.
Sua maior surpresa ocorreu há alguns dias quando recebeu um comunicado da Secretaria de Administração, o orientado a se apresentar em outro local para lá trabalhar. Antônio Marco, então surtou de vez. E andou perambulando
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pelos corredores da Câmara desesperado buscando reverter a sua transferência, já que ele perdeu cerca de R$ 1.500 (Hum mil e quinhentos reais) do seu salário. E dizia sem parar: “Não posso, não posso, tenho cinco filhos para criar – Isto é covardia, quero saber quem fez isto comigo”. Inicialmente pensou que fosse o vereador Adilson Quadros, e depois chegou a conclusão que o responsável teria sido o líder do governo, Eduardo Print Junior. Daí o surto que o acometeu nesta quinta-feira (10) no plenário da Câmara.
O seu descontrole era muito grande. E os seguranças ao se posicionaram para contê-lo tiveram grandes dificuldades. Posteriormente outros, como dizem os governistas, “xiitas” também tentaram tirar Marco da grade de proteção que separa o público do local em que ficam os vereadores. A partir daí começou uma grande confusão entre os seguranças e os “xiitas”.
Ao término da reunião o vereador Eduardo Print Junior afirmou que não fez nenhum pedido para que o servidor fosse transferido.
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