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O aumento no número de segurança na Câmara de Divinópolis, segundo um servidor do legislativo, começou em decorrência das manifestações em junho de 2013, e foi uma decisão tomada pelo ex-presidente tucano, (só podia ser) Rodyson do Zé Milton.
Em algumas sessões ordinárias realizadas nas dependências da FIEMG no inicio dos trabalhos legislativos deste ano (2014), quando estive em pauta o polêmico projeto de terceirização, o EM-056/2013, no auditório da entidade em alguns momentos chegou a ter 7 (sete) seguranças.
Essa “militarização” do plenário é um claro sinal do descontentamento da atuação do Legislativo pela população. Isto não ocorre nem mesmo na Assembléia Legislativa e muito menos na Câmara Federal, exceto quando existem grandes manifestações. Os verdadeiros magistrados dentro do estado de direito democrático da livre manifestação precisam ter a habilidade de segurar as sessões polêmicas no “gogó” e na campanhia.
Quem já assistiu algumas polêmicas sessões da Câmara Federal com seus 512 deputados, que em determinados momentos se exaltam defendendo suas posições políticas/ideológicas, pró ou contra o governo, a favor ou contra determinados projetos ou pronunciamentos, pode perceber que o presidente não chama nenhum segurança e muito menos a policia para os parlamentares oposicionistas ou governistas mais exaltados verbalmente.
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