Magno Malta realiza palestra sobre maioridade penal e faz pré-lançamento de possível pré-candidatura à Presidência da República

Publicado por: suporte


Estiveram presentes alguns vereadores e ex-vereadores prestigiando o evento que foi marcado meio que em cima da hora. Mesmo assim, abruptamente a presidente do Conselho da Mulher empreendedora,  Sandra Amaral  conseguiu reunir um número significativo de pessoas formadoras de opinião no evento, que o senador Magno Malta palestrou sobre a maioridade penal que ele defende que seja reduzida e falou sobre vários casos de violência praticada por menores.

O pastor Wilson Botelho também foi uma peça importante na estruturação do evento, já que convocou vários evangélicos para participar do evento e também palestrou sobre o tema.

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Algumas autoridades presentes no evento também discorreram sobre o tema, entre elas, o promotor da Infância e Juventude José Carlos Forte que tem a opinião que o tema precisa ser mais bem debatido e estudado, mas que a principio da forma que o senador apresentou, não é de todo ruim.

Os políticos presentes foram pegos meio que no contra pé, quando o senador Magno Malta falou sobre seu projeto político para as próximas eleições. Que teria colocado o seu nome à disposição do partido para ser um pré-candidato à Presidência da República.

Após o evento um pequeno grupo foi jantar na residência da presidente do Conselho da Mulher Empreendedora, Sandra Amaral.

Pronunciamento de Magno Malta no Plenário do Senado
Redução da maioridade penal é pedagógica afirma Magno Malta

Senador Magno Malta, durante 30 minutos, mais uma vez, esta semana, promoveu acalorado debate no Senado com a pauta da redução da maioridade penal. “Estou aqui representando 96% da população brasileira e quero lembrar que os tempos mudaram, estamos vivendo no país da criminalidade. Por isso, vou lançar uma cartilha didática para circular em todo o Brasil. Na capa um homem de fralda, chupeta e com duas pistolas engatilhadas”, revelou Magno.

Em seguida, Magno Malta mostrou jornais do Espírito Santo que trazem na primeira página declarações de delegados que não vão prender menores de idade traficando. “Na verdade, no Espírito Santo tem hoje uma milícia armada, formada por homens de 13, 14, 15, 16 e 17 anos, que matam, estupram traficam e gozam de liberdade”, denunciou Malta, apoiando os delegados que estão desabafando no Estado.

Em aparte, o senador Ivo Cassol (PP/RO) pediu ao senador Magno Malta para continuar com a campanha pela redução da maioridade penal. “Eu sou a favor e que é contra deveria levar um menor assassino para casa. Na minha casa não entra”, acentuou Cassol, que apoia o enfrentamento do senador do Espírito Santo.

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Em tom de indignação, Magno também criticou as duas audiências públicas realizadas no Senado em plena segunda-feira, totalmente esvaziada. “Os parlamentares devem ouvir o povo, é uma comoção nacional, não é debate para meia dúzia de juristas. Especialista nesta pauta é a viúva que perdeu o marido assassinado por um homem de 14 anos, um filho que chora a perda da mãe brutalmente assassinada na porta do banco por um machão de 13 anos. Estou nesta luta há 10 anos e ainda quero ouvir a nação que chora e clama por uma solução urgente”.

Magno Malta também cedeu aparte para o senador Cristovam Buarque (PDT/DF) que chegou a polemizar, mas em seguida concordou em redução da maioridade penal para crimes hediondos. “Senador gostei da proposta de recuperar os delinquentes com esporte e educação. Já fui contra a redução da maioridade penal, mas aceito e concordo com a condição que o senhor explicou de forma didática, crimes hediondos realmente é uma situação difícil e acho que neste caso crianças de qualquer idade devem responder pelos seus atos criminosos”, aceitou Cristovam.

Para finalizar, Magno Malta agradeceu os senadores que estão apoiando a redução da maioridade penal e completou, “devemos ouvir o Brasil, pois temos que abrir o debate para a população, assim, é a democracia representativa. Estamos aqui apenas representando o interesse de 96% da população que anseiam em mudar o quadro caótico e mórbido promovido pela atual legislação.

 

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