Polícia Federal recolhe documentos e computadores dos gabinetes de deputados mineiros

Publicado por: suporte

A iniciativa faz parte da Operação João de Barro da Polícia Federal, que começou hoje (20) com a finalidade de cumprir 231 mandados de busca e apreensão e 38 mandados de prisão temporária. O deputado João Magalhães já responde a 25 ações por impobridade administrativa. João Magalhães já é acusado de liderar um esquema para fraudar licitações em municípios do leste de Minas e do Vale do Jequitinhonha (leia matéria).

 De acordo com a PF, a quadrilha desviava recursos repassados pela União aos estados, Distrito Federal e municípios em convênios ou empréstimos cedidos pela Caixa Econômica Federal e BNDES nas chamadas transferências voluntárias da União. Grande parte dessas transferências se destina a custear obras que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
 
Em Minas Diversas cercas de 100 prefeituras estão sendo investigadas na Operção que começou pela manhã. Sete prefeituras da região Centro-Oeste, entre elas a de Divinópolis, estão sendo vasculhadas por agentes federais.

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Por volta das 13h20 a Polícia Federal deixou o gabinete do deputado Ademir Camilo (PDT-MG) onde cumpriu mandado de busca e apreensão. Os agentes saíram carregando uma sacola grande, de cor marrom. Os policiais deixaram a sala sem dar declarações. Um funcionário do gabinete do deputado, que não quis se identificar, informou que o parlamentar está chegando a Brasília.

 
Agentes da Polícia Federal e um delegado também já deixaram o gabinete do deputado João Magalhães. Eles deixaram o gabinete às 13h55 levando vários documentos, um laptop e, aparentemente, um HD (disco rígido de computador). Eles foram ao gabinete do deputado, como conseqüência da Operação João de Barros. Há suspeita de que existem funcionários do gabinete envolvidos no desvio de recursos de obras do PAC, denúncia investigada pela Polícia Federal na operação.

Segundo a PF, a quadrilha desviava recursos repassados pela União aos estados, Distrito Federal e municípios em convênios ou empréstimos cedidos pela Caixa Econômica Federal e BNDES nas chamadas transferências voluntárias da União. Grande parte dessas transferências se destina a custear obras que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

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