O nome de Bola foi apontado por Bruno quando respondia perguntas para a juíza Marixa Rodrigues. A juíza perguntou para o Bruno se ele sabia que Eliza seria morta, ele respondeu: “Não sabia, mas aceitei”. Foi quando falou o nome “Marcos Aparecido”, aparentemente sem querer, atribuindo a informação a Macarrão.
Em seguida, já respondendo as perguntas de seu advogado Lúcio Adolfo, o atleta disse que Bola seria a mesma pessoa que Macarrão se referia como Neném, o nome apontado por Jorge Luiz Rosa, primo de Bruno, como o assassino de Eliza.
Foi a primeira vez desde o desaparecimento de Eliza, em junho de 2010, que o goleiro Bruno admitiu que ela está morta, mas afirmou que não sabia do crime até depois do assassinato. Ele disse que só soube do assassinato quando Macarrão e Jorge retornaram ao sítio do jogador sem Eliza e com o filho dela no colo.
Na época, Jorge teria dito que Macarrão ajudou a matar Eliza. Em novembro do ano passado, contudo, o ex-assessor do jogador havia confessado envolvimento no assassinato, mas jogou a responsabilidade para o seu ex-patrão, acusando-o de ser o mandante.






