Como é de conhecimento público, o trabalho de combate a endemias (Combate a Dengue), vem sendo realizado no município de Divinópolis desde 1999, seguindo a metodologia preconizada pelo Ministério da Saúde, sendo assim, durante esse tempo, podemos considerar que obtivemos resultados satisfatórios.
Durante esse tempo, seguimos executando o trabalho em concordância com as normas do PNCD (Plano Nacional de Combate a Dengue), ou seja, cada agente de saúde, executava o trabalho em determinado bairro de Divinópolis, aproximando assim, a comunidade do mesmo, tornando-se um baluarte da saúde, identificando com mais facilidade as demandas daquele local, agilizando as respostas, e criando um vínculo de primacial importância no contato diário com os cidadãos daquela comunidade, porém, a partir de 2004 o quadro de agentes de saúde, que em 2002 perfazia o número de 120 agentes, vem sofrendo uma considerável queda ao longo dos últimos anos, em especial nos últimos 4 anos, chegando ao alarmante número de 70 agentes, o que sem sombra de dúvidas é insuficiente, para cobrir uma cidade com 130 zonas.
Mas o cerne da questão, é que a partir de janeiro de 2013, o trabalho que outrora era realizado da forma citada, foi extinto, sendo realizado nesse momento em equipes de 10-15 agentes, priorizando determinados bairros, e preterindo os bairros mais periféricos.
Entendemos, portanto, que essa metodologia segue a contramão de todos os avanços conquistados, e os preceitos preponderantes para a correta realização do trabalho.
Evidenciam casos confirmados de dengue, na nossa concepção atinentes somente à ingerência da Diretoria de Vigilância em Saúde, entendam, (Diretora, e Coordenador, como, de fato, a responsabilidade das atitudes errôneas, resultam indubitávelmente na saúde de milhares de pessoas.
Cria-se uma resistência hercúlea com os moradores, tendo em vista, que a cada 2 meses, agentes diferentes irão realizar a visita, ensejando assim, as recusas, importante salientar também, o aumento exponencial de casas fechadas com possíveis focos do aedes aegypti.
E o próprio desgaste do servidor público, com uma demanda aquém de suas possibilidades, vislumbra-se uma situação dramática nos próximos meses, nesse exato momento já contabilizamos quase 100 notificações, com alguns casos já confirmados, e uma suspeita de óbito em decorrência dessa situação.
Definitivamente, o povo Divinopolitano não pode ser penalizado, contamos também com a presteza do senhor secretário de saúde Darcio Abud Lemos, que já demonstrou habilidade em conflitos anteriores



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