Tomam posse os vereadores que dão nova “cara” para Câmara de Divinópolis: essencialmente governista, pró Vladimir Azevedo (PSDB)

Publicado por: suporte


São governistas de carteiras assinadas

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Rodyson do Zé Milton, é obvio, não poderia ser diferente. É do PSDB e presidente eleito da Câmara em uma articulação do Executivo – Adilson Quadros, também é do PSDB, Anderson Saleme do partido de Jaime Martins (PR), Edmar Rodrigues e Piriquito Beleza, ambos do PSD, controlado pelo deputado estadual Fabiano Tolentino, que controla também o PHS de Edimar Felix e Edimar Maximo, alem de ter certo controle em sociedade com Jaime Martins do PRTB do qual o vereador Dr. Delano pertence. Quanto a este vereador (Delano) por ele ser médico existe uma grande expectativa quanto a sua atuação parlamentar. Qual será sua postura quanto aos problemas de saúde do município. A interrogação é grande.  Marcos Vinicius do PSC deve sua eleição ao deputado Domingos Sávio que enfrentou a reação negativa dos outros candidatos e aceitou fazer coligação com Marquinhos, como alguns o chamam. Se o partido de Marcos Vinicius (PSC) não tivesse coligado com o PSDB, Beto Machado neste momento estaria dentro da Câmara. Marquinhos Clementino, é governista duplamente, já fazia parte do governo Vladimir Azevedo, fez parte do governo Demétrius e também do Galileu  e geneticamente seu tio Paduano também sempre foi situação. E agora foi escolhido vice-presidente da Mesa Diretora.  Nilmar Eustaquio é de um partido que pertence ao governo, o PP. O vereador Rodrigo Kaboja é do mesmo partido de Marquinhos Clementino que também é do governo que através do ex-vice-prefeito Francisco Martins tem uma ascendência sobre o “Kabojinha”, tanto é que foi Chiquinho quem o colocou para gerenciar o Minha Casa, Minha Vida que elegeu Kaboja. Eduardo Print Junior pertence também ao ex-vice-prefeito Chiquinho que é o presidente do partido que ele é filiado, o PDT.
 
Posicionamentos Incógnitos

Hilton de Aguiar, mesmo sendo do PMDB, e de vez enquanto atacar com vários impropérios os secretários de governo. Quando o assunto é o prefeito e o chefe de governo Faraco, ele protege. Durante a legislatura passada, 2009-2012 por várias vezes ele fez o “jogo” do governo, votando com ele, atravancando votações, pedindo sobrestamento. Seu posicionamento será uma incógnita.
Adair Otaviano também do PMDB no último ano da legislatura passada foi oposição. Mas nos dois primeiros anos 2009 e 2010 foi governo de carteira assinada. Começou a se opor a partir de 2011 e chegou ao ápice da oposição em 2012, quando o ex-prefeito Galileu manifestou abertamente sua candidatura a prefeito.

Oposição declarada

Edmilson que em campanhas eleitorais passadas era conhecido por Edmilson do Niterói, é a única oposição explicita. Parece que mais pelo projeto político do Partido dos Trabalhadores que por ele próprio.
 
Como nada na política é definitivo, aí entra a máxima da nuvem que cada hora está de um jeito e que na realidade é um pensamento negativo de falta de palavra e compromisso. Pode ser que o governista de hoje venha ser o oposicionista de amanhã. Mas nunca o oposicionista de hoje será governo amanhã. Isto é certo.
 

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