Logo no inicio da entrevista, o Presidente da Acid, Carlos Moacir, quando perguntado sobre qual era a avaliação da instituição sobre o decreto assinado pelo prefeito Vladimir Azevedo com relação a demissões, entre outras ações. Ele se espantou e disse: “Não houve demissão não, houve? – Não foram demitidos somente os cargos de confiança?”. Quando esclarecido que além dos cargos de confiança o decreto cortou estagiários, horas extras entre outras ações. Ele afirmou que 80% dos prefeitos do país tiveram que tomar esta atitude em conseqüência da queda de arrecadação do FPM.
Carlos acrescentou: “Como é ano de fechamento de mandato ele precisava se adequar a Lei de Responsabilidade Fiscal – Acho que os valores são pequenos e não vai impactar tanto a economia”.
O presidente da ACID reforçou sua tese de que foi necessário, dizendo que o PIB – Produto Interno Bruto do país caiu de uma previsão de crescimento de 2,7% para 1,48%, portanto 1,2% a menos que a previsão, “foi muito fraco”.
Finalizou afirmando que o setor supermercadista que está crescendo muito e poderá suprir qualquer queda de arrecadação. “Mas este crescimento do setor supermercadista é em conseqüência do aumento das vendas, se houver queda nas vendas em conseqüência do decreto, o crescimento se esvai. O senhor não concorda”, perguntou o Divinews. Carlos respondeu: “Não terá reflexo pois os cortes foram pequenos e necessários, horas extras, demissão de cargos comissionados….Não é relevante”.
O Divinews entrou também em contato com o presidente do CDL – Divinópolis. O presidente Rafael Pinto Nogueira, quis consultar primeiramente o setor de economia e o de comunicação da entidade para, segundo Rafael, ter melhor embasamento em suas respostas.
Serão consultados a Federação das Indústrias, através de seu presidente Afonso Gonzaga, e o sindicato das Indústrias do Vestuário, Antônio Rodrigues de Araújo Filho (Toninho). O assunto é importante para o município e as entidades precisam se manifestarem.






