O vereador Edson Sousa vem se digladiando com a Prefeitura de Divinópolis desde o inicio das negociações com a FACED para a compra do terreno em que a prefeito pretende instalar sua sede administrativa.
Resumindo a longa história (vejam matérias relacionadas) o vereador fez representação no Ministério Público contra a compra dos terrenos e perdeu, a Promotoria deu ganho de causa ao Governo de Vladimir Azevedo e finalmente o negócio foi concluído. Ponto. A Prefeitura pagou os R$ 3,5 milhões de reais.
Quando a Prefeitura comprou o “prédio” havia ainda alguns tijolos que dava uma característica de construção e não apenas de um esqueleto de concreto armado. Se for observada a primeira foto existiam várias paredes. Só que para a prefeitura adaptar às suas necessidades de layout todas as paredes foram demolidas, e onde foram parar todos os tijolos? O fato é que não estão mais no canteiro de obras.
Uma pergunta se faz necessária, quando foi feita a avaliação, os tais tijolos faziam parte? pois não precisa nem ser engenheiro para saber que o preço de uma construção varia, se está ou não com tijolos. Será que pagaram o valor levando em consideração todos os tijolos que foram removidos depois da compra? Estavam comprando sabendo previamente que ficaria somente o esqueleto em um vão livre, como está atualmente?
Na reunião de ontem (20/03), após a sessão ordinária, estiveram presentes representando o Governo de Vladimir Azevedo, além de Lúcio Espíndola, participaram também o Secretário de Governo Antônio Faraco, e o Controlador Kelsen Rios, o interessado direto e denunciante da provável irregularidade na construção, Vereador Edson Sousa (PSB), os vereadores governistas Beto Machado, Rodyson do Zé Milton, ambos do PSDB e o líder do governo, vereador Edmar Rodrigues (PSD.
Lúcio Espindola na reunião explicou que o assentamento do terreno não comprometeu em nada a obra (esqueleto) já existente e que serão construídos mais dois andares para atender as necessidades de acomodações físicas de todo pessoal da Prefeitura e no último andar será construído em heliponto (local para pousar helicóptero). E, por este motivo será necessário construir diversos novos pilares para suportar os dois novos andares, inclusive o peso das aeronaves que venham a pousar sobre o prédio.
Comentário e opinião Divinews
É uma brincadeira o que o Governo de Vladimir Azevedo e sua equipe faz com a população divinopolitana, é querer passar um atestado de insanidade no povo. Em nenhum momento, no inicio, havia sido previsto a construção de mais um andar e muito menos de heliponto. O que eles estão tentando fazer é mascarar o problema ora existente, do que o engenheiro está chamando de “acomodação do terreno”, pois ao construir as várias vigas para dar sustentação a mais um andar e ao heliponto da sustentação ao próprio esqueleto, com isto mascara o problema.
Outro questionamento: compraram um esqueleto sabendo que não acomodaria toda estrutura da prefeitura, que seria necessário construir mais um andar? Então, na realidade o custo da sede administrativa será infinitamente superior ao previsto.
COM A PALAVRA, OS ENGENHEIRO SÉRIOS DE DIVINÓPOLIS - O CREA – CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E ARQUITETURA – E O MINISTÉRIO PÚBLICO
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Somente o esqueleto em alvenaria, sem um único tijolo (foto tirada no dia 12 de março)
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