Itamar, em seu release, afirma que é conhecido por sua atuação polêmica, mas nunca contraditória, o escrevinhador, como às vezes se intitula, vai enveredar por temas proibidos, revelando a existência de um complô que atua em sentido contrário das demandas sociais, formada por autoridades dos três poderes.
Segundo o jornalista em seu release, quando pipocam denúncias sobre desmandos de ministérios em Brasilia, o que se procura é apurar. E se não há punição é por culpa da lentidão e indefinição do Judiciário – nesse sentido, pelo menos, a presidente Dilma Rousseff tem dado bons exemplos de como tratar a corrupção.
Ao contrário em Divinópolis, buscam antes de tudo desclassificar e condenar o denunciante sem que nada seja apurado. O exemplo foi a CPI do Calçamento, que apesar da enorme pizza, mostrou a verdadeira face da Administração, que segundo o profissional de imprensa, é conivente com a corrupção, por ter movido mundos e fundos para obstruí-la. Eles sabem de tudo e procuram varrer o lixo para debaixo do tapete – garante.
No seu livro serão mostrados fatos pontuais de “enriquecimento ilícito” de membros do governo, cuja renda é incompatível com a exibição externa de riquezas; corrupção para levantamento de fundos para a campanha 2012; uso da máquina pública para beneficio próprio (crime de concussão) e outros crimes igualmente praticados por membros da equipe de governo, que segundo Itamar de Oliveira, começaram na “miudinha”, mas quando sentiram-se seguros, foram em frente e transformaram secretarias inteiras em antros de corrupção.
O livro começará a ser divulgado pelo Divinews no dia 1º de setembro, com “Apresentação” e “Capitulo I”. Sem versão em papel.
O escritor comenta ironicamente: “agora só estou precisando de alguém para prefaciar o livro”






