Clarice foi vice-presidente de TI da Caixa Econômica Federal. Saiu, está de quarentena, preparava uma palestra na UnB quando foi alcançada por telefonemas desesperados de seus familiares.
É tida na CEF como pessoa corretíssima e, mais: jamais trabalhou em qualquer área ou projeto relacionado com o Ministério do Turismo.
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A notícia foi dada sem que os nomes fossem conferidos e os acusados ouvidos.
PS – O Jornal Nacional abriu a matéria pedindo desculpas para a vítima – que está arrebentada, chorando, a mãe velhinha em pânico em Porto Alegre.
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