O presidente da Câmara, vereador Paulo César dos Santos em entrevista ao Divinews disse que não existe de sua parte nenhuma predileção por 13, 19 ou 21 vereadores, ele exerceu o seu papel constitucional e que a Lei exige, que foi colocar o assunto em discussão.
Paulo César explicou que existe uma interpretação da Lei, que o corpo técnico da Câmara está pesquisando da obrigatoriedade ou não de aumentar o número de vereadores e que estaria atrelado ao número de eleitores, segundo a Emenda 58.
Diante da pergunta de que poderia haver algum corporativismo dos atuais vereadores para que o número de cadeiras fossem aumentadas, facilitando desta forma a reeleição de alguns. O presidente respondeu que pensa que não. Porque um número maior de candidatos diminuiu sim o coeficiente eleitoral e o número de votos necessários para ser eleito, mas em contra partida vai aumentar o número de candidatos consideravelmente.
Comparou a legislação atual, onde o número de candidato para cada partido são 20, se passar para 21 este número será em torno de 31. Com isto serão aproximadamente 620 candidatos disputando as 21 vagas.
“Uma coisa é certa, e a população pode ficar tranqüila, a despesa da Câmara, por lei, não pode aumentar dos atuais 6% que o Executivo repassa”, afirmou o presidente.
O vereador presidente, disse que ainda vão existir muitas reuniões para discutir sobre o caso, e a primeira já está marcada para amanhã, quinta-feira (04). Disse também que: “os partidos devem ser ouvido, assim como a população”. Da comissão fazem parte os vereadores Hilton de Aguiar (PMDB), Rodyson do Zé Milton (PSDB) e Edmar Rodrigues (PRTB) e líder do prefeito Vladimir Azevedo na Câmara.
Com exclusividade, o presidente informou ao Divinews que serão criadas mais duas novas Comissões Permanentes, a Comissão de Segurança Pública e a Comissão de Micro Empresários e Empresários Individuais, mas como só existem 13 vereadores, terá que alterar o Regimento Interno para que isto venha a ocorrer, contudo, isto não significa dizer que, ele é favorável ao aumento do número de vereadores. “A soberania do plenário é que prevalecerá”, finalizou.





