Morreu na tarde deste sábado (18), Matheus Augusto Ramalhão Azevedo, irmão mais novo de Cleitinho, Gleidson e Eduardo Azevedo. Ele estava em tratamento contra leucemia recidiva. A informação foi confirmada pela prefeitura de Divinópolis, que emitiu nota de pesar e decretou luto por três dias.
Mais cedo, parentes e amigos publicaram nas redes sociais pedidos de orações para o rapaz, que passava, segundo a postagem, por um momento delicado.
O horário de velório e sepultamento ainda não foi informado.
Diagnóstico e transplante
Em fevereiro, o senador Cleitinho utilizou a tribuna do Senado, para comunicar o novo diagnóstico de leucemia de seu irmão caçula. Único dos irmãos que não seguiu carreira política, Matheus já havia enfrentado a doença há 18 anos, ocasião em que o próprio senador foi o doador da medula óssea para o transplante.
No último dia 06, Gleidson Azevedo foi internado para realizar a retirada de material da medula óssea, que foi transplantada em seu irmão caçula. Segundo ele mesmo postou nas suas redes sociais, a cirurgia acontecei no dia seguinte. Na postagem, Gleidson afirmou que o material será retirado um dia antes do transplante e disse acreditar na recuperação do irmão. “Deus me concedeu esse privilégio”, escreveu. Em outro trecho, declarou: “A Seleção Brasileira não foi hexa, mas com certeza o menino Matheus será biTRANSPLANTADO”
Depois do anúncio de Cleitinho, Gleidson pode doar medula ao irmão Matheus após recidiva de leucemia
O que é leucemia recidiva?
A leucemia é um tipo de câncer que afeta os tecidos responsáveis pela formação do sangue, principalmente a medula óssea. A doença provoca a produção descontrolada de glóbulos brancos anormais, que comprometem o funcionamento do sistema imunológico e dificultam a produção de células sanguíneas saudáveis. Os principais sintomas incluem cansaço excessivo, infecções frequentes, febre, sangramentos, manchas roxas na pele e perda de peso.
Já a recidiva da leucemia ocorre quando a doença volta a se manifestar após um período de remissão, fase em que o tratamento conseguiu controlar ou eliminar os sinais do câncer. O retorno pode acontecer meses ou até anos após o fim do tratamento e exige uma nova avaliação médica para definir a estratégia terapêutica, que pode incluir quimioterapia, imunoterapia, terapias-alvo ou transplante de medula óssea, dependendo do tipo de leucemia e das condições do paciente.







