PSDB de Divinópolis reelege Luiz Gonzaga Militão para continuar presidindo o diretório no município – Antônio Faraco é eleito vice

Publicado por: suporte

A novidade na eleição desta chapa peessedebista é a escolha do nome de Antônio Faraco como vice-presidente, já que secretário de governo do prefeito tem pouco tempo de filiação, firmou, aparentemente, um descontente filiado.

O processo de eleição começou cedo, mas somente após às 11 horas dia, começaram a chegar os nomes ícones do partido.

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Eliana Piola, em resposta ao Divinews afirmou que no PSDB de Divinópolis não existe qualquer divisão de pensamento, e que o partido converge para um único ideal. A seguir reafirmou sua total confiança em Luiz Militão por seu trabalho na eleição de Domingos Sávio para deputado federal e Aécio Neves para o senado. “tenho certeza que ele continuará a fazer um bom trabalho”.

Contudo, a seguir disse que não é tradição do PSDB a reeleição, mas pelo trabalho de Militão isto aconteceu, disse ainda que sua vontade é em breve ver uma mulher no comando do partido em Divinópolis.

Eliana afirmou que o partido continuará unido em seu projeto, para que no próximo ano, Divinópolis tenha um prefeito à sua altura, com a reeleição de Vladimir Azevedo.

Respondendo ao Divinews, sobre a existência de dois PSDB, o de Minas e o paulista. Eliana disse que o PSDB mineiro é um exemplo para o Brasil ele é unido, e que a saída de alguns nomes paulistas do partido é natural.

Eliana Piola reafirmou o sonho do PSDB de Minas em ter Aécio Neves como candidato do partido à Presidência do Brasil. Quando perguntada se o “episódio do Rio de Janeiro”, não poderia ter arranhado a imagem do senador Aécio. Eliana respondeu que, a oposição e a mídia fizeram sensacionalismo com o caso. “Se ele estivesse ido com motorista, teriam dito que ele era um almofadinha que gosta de ir para boate com segurança – Como não existe nada que possa abalar sua ética quanto homem público, pegaram por uma carteira que estava vencida, que pode acontecer com qualquer um – Mas ele é um presidenciável, ai…O melhor era que não tivesse acontecido, mas aconteceu e foi super valorizado pela imprensa que não quer uma mudança neste pais, que estão ultrapassados, sobretudo na censura”.

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Veja noticias publicadas hoje (07) no portal G1 sobre a crise no PSDB paulista

G1

PSDB deixa para quinta-feira decisão sobre integrantes da executiva de SP

Em convenção, partido elegeu deputado Pedro Tobias para comando em SP. Cerca de 3,2 mil delegados escolheram 105 membros do diretório estadual.

Na convenção do PSDB realizada neste sábado (7), em São Paulo, o partido decidiu deixar para a próxima quinta-feira (12) a escolha dos novos integrantes da executiva estadual do partido. O deputado estadual Pedro Tobias foi eleito presidente porque havia acordo entre o ex-governador José Serra, que tem a seu lado os deputados federais tucanos, e o governador Geraldo Alckmin, que lidera a bancada estadual. Durante o encontro, os cerca de 3,2 mil delegados presentes escolheram os 105 componentes do diretório estadual.

O secretário de Energia de São Paulo, José Anibal, disse que ainda é preciso haver um entendimento para a escolha dos novos integrantes da executiva. “Faltam alguns entendimentos para a composição de toda a chapa (única). Mas acho que vamos chegar a um entendimento até quinta-feira. Se não houver esse entendimento, vai passar pelo critério do voto.”

Durante a convenção, as principais lideranças do partido aproveitaram para negar que haja uma crise interna. Em abril, seis vereadores deixaram o PSDB de São Paulo por divergências com o diretório municipal. Líderes importantes do DEM também anunciaram a saída do partido, como o presidente de honra, Jorge Bornhausen; seu filho, o vice-presidente nacional do DEM, deputado federal Paulo Bornhausen (SC); e o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo. Os dois últimos devem migrar com o recém-anunciado Partido Social Democrático (PSD), do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Como tentativa de demonstrar união, Alckmin e Serra chegaram juntos à convenção, que acontece na Assembleia Legislativa de São Paulo. No momento da chegada, tocou a música “Eu quero apenas”, de Roberto Carlos, cujo refrão é “Eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar”.

“Essa é a convenção mais animada do PSDB. Tem muita gente entrando no PSDB, muitas lideranças novas. E o partido vai estar unido para servir ao Brasil, para trabalhar pelo povo brasileiro. (…) Essas disputas da executiva, é uma briga danada para entrar na executiva. Depois, nao dá quórum nas plenárias, o pessoal não aparece nas reuniões. Precisa ter paciência. O que é importante é o sentimento do partido, extremamente animado”, disse Geraldo Alckmin.

Alckmin negou que haja ameaças a prefeitos que externaram desejo de deixar o partido. “É uma mentira deslavada. Nós trabalhamos com prefeitos de todos os municipios do estdo, independente de filiação partidária. (…) Quem quiser sair pode sair. A liberdade é total. A escolha partidária é opção pessoal de cada um.”

Durante o discurso, Alckmin falou sobre uma suposta ação para acabar com a oposição e citou Mário Covas. “Não é fácil fazer oposição em um país em que a política é governista. Onde a política se faz embaixo, sob o aparelho do estado, como um carrapato. E ainda querem nos responsabilizar pela crise da oposição. É inacreditável. Uma ação para dizimar as oposições, destruir o DEM, enfraquecer o PPS, enfraquecer o PSDB onde ele é mais forte, que é em São Paulo. E ainda querem nos responsabilizar: ‘São os tucanos que não entendem’. É inacreditável demais. Nós não vamos deixar que mudem a opinião pública. Nós temos o dever de defender o PSDB e dizer a verdade para as pessoas. Mário Covas dizia: ‘O povo não erra. Ele precisa ter todas as informações e é nosso dever levá-las ao povo’. Não há crise no PSDB. O que há é um partido resistindo para fazer oposição maiúscula”, disse.

José Serra minimizou a saída de vereadores do partido. “Foi um episódio localizado o encaminhamento dessas pessoas no diretorio da capital. É normal na vida partidária que existam desentendimentos e desenlaces desse tipo.”

Para Serra, o PSDB “chega para essa convenção muito forte”. “O PSDB tem sido um partido vitorioso. Ganhamos a eleição [estadual] de 2006 no segundo turno e a de 2010 no primeiro turno. Elegemos muitos prefeitos. É um partido forte e vai sair dessa convenção com mais força ainda.”

Durante o discurso, Serra admitiu a existéncia de problemas, mas minimizou a questão. “Há problemas sim. Temos que admitir. Qual é o problema? Não é a disputa no diretório. A questão básica é o PSDB honrar os milhões de votos que recebeu no Brasil inteiro nas eleições de 2010. O que eles (eleitores) é que nós saibamos fazer oposição. A qualidade da administração do Brasil depende da qualidade da oposição. Temos de aprender a defender as nossas ideias. As mesmas que levamos na campanha eleitoral. Cadê o PSDB como um todo defendendo essas ideias. É isso que está faltando. O principal risco da oposição é perder tempo com embates menores. A ‘futrica’ só serve aos adversários. Só desanima aos idealistas”, afirmou.

Fusão
O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PSDB-PR), disse, ao chegar para a convenção do PSDB paulista, que uma eventual fusão entre seu partido e o Democratas (DEM) “não é o caminho” para as duas legendas, que vêm enfrentando baixas nos últimos meses.

“Não creio que a fusão com o DEM seja o caminho. Não podemos pensar apenas em projeto eleitoral e acrescentar mais pessoas ao partido. O DEM nasceu do partido da frente liberal, defende o liberalismo. O PSDB é social-democrata. Como vamos explicar ao povo brasileiro que estamos reunindo numa única sigla duas facções políticas programaticamente diferentes? Pessoalmente, eu não concordo com a fusao”, disse Dias.


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