O quadro Mulheres Abrigo desta semana, nessa segunda-feira abordou um tema profundo e inspirador: a resiliência diante das dores, perdas e desafios da vida. As palestrantes destacaram como o equilíbrio emocional, a fé e o autoconhecimento são ferramentas poderosas para transformar sofrimento em aprendizado e reconstrução. O programa também anunciou o próximo encontro presencial, no dia 18 de outubro, no Salão Olímpia, voltado a pais, mentores e filhos empreendedores, com participação especial do pastor Wellington Dias, de Belo Horizonte.
Em mais um quadro do Mulheres Abrigo, no Divinews, as palestrantes Alessandra e Cláudia Borges refletiram sobre a importância da resiliência como capacidade de adaptação emocional diante das adversidades. O tema foi conduzido de forma acolhedora, com exemplos reais de superação e depoimentos que reforçaram a força das mulheres que, mesmo em meio à dor, encontram motivos para seguir e florescer.
Alessandra destacou que a resiliência é o que permite às pessoas “se adequarem aos conflitos e problemas que surgem, transformando o trauma em aprendizado e autoconfiança”. Segundo ela, o equilíbrio emocional e mental é fundamental para manter a qualidade de vida e a saúde.
Leike complementou o raciocínio ressaltando que, em qualquer fase da vida, é possível desenvolver novas habilidades e superar desafios. “Muitas pessoas, ao envelhecer, perdem o ânimo e acreditam que não há mais tempo para sonhar, mas é justamente nesse momento que precisamos recomeçar”, afirmou.
Durante o programa, as palestrantes também abordaram o papel dos pais como mentores na formação de filhos empreendedores e resilientes. O debate serviu como convite ao evento que ocorrerá no dia 18 de outubro, no Salão Olímpia, voltado a pais, mães, mentores e empreendedores, com o tema Pais, Mentores e Filhos Empreendedores.
O encontro contará com a presença do pastor Wellington Dias, presidente de seminário teológico em Belo Horizonte, que trará uma abordagem dinâmica e espiritual sobre o papel da família e da fé na construção da resiliência.
Outro ponto alto do episódio foi o relato de mulheres atendidas em consultório terapêutico, que transformaram dor em força e encontraram propósito em novas atividades, como bordado, pintura e artesanato. “Quando a mulher descobre o valor que tem, tudo muda. Elas encontram prazer, superam a depressão e florescem mesmo na idade madura”, destacou Leike.
Encerrando o quadro, Alessandra e Cláudia reforçaram o convite para o próximo encontro e deixaram uma mensagem de esperança: “Mesmo com a idade avançada, podemos dar frutos e permanecer fortes e verdejantes. A fé e a resiliência andam juntas, e é nelas que encontramos a força para seguir.”






