A manhã desta terça-feira, 3 de junho de 2025, começou com uma grande mobilização policial em Divinopolis e outras cidades de Minas. Foi deflagrada a segunda fase da Operação Agronarco, investigação que visa desarticular uma rede criminosa altamente estruturada, suspeita de tráfico de drogas, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Além disso, a ação ocorreu simultaneamente em Divinópolis, Belo Horizonte, Bom Despacho e São Sebastião do Oeste, demonstrando a abrangência e o poder de articulação do grupo investigado.
A operação é conduzida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Gaeco Regional e da 13ª Promotoria de Justiça da comarca de Divinópolis, com apoio da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Penal de Minas Gerais.
Além disso, o esforço conjunto resultou no cumprimento de 12 mandados de prisão preventiva e 20 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens móveis e imóveis ligados aos alvos.
Operação revela rede sofisticada de ocultação de patrimônio
A primeira fase da Operação Agronarco, realizada em setembro de 2024, já havia culminado na prisão de suspeitos e na apreensão de drogas e armas de fogo. A partir daquele ponto, o trabalho investigativo revelou a existência de um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro, articulado para ocultar os lucros obtidos com o tráfico de entorpecentes.
Além disso, segundo o MPMG, o grupo atuava com estratégias típicas de grandes organizações criminosas, com movimentações financeiras disfarçadas por meio de laranjas, empresas de fachada, imóveis de alto padrão, veículos de luxo e joias. A 2ª fase da operação buscou, justamente, desarticular essa frente financeira do esquema criminoso.
Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Divinópolis, após análise detalhada dos elementos colhidos na primeira etapa da investigação. Portanto, as ações judiciais incluem o bloqueio de contas bancárias, apreensão de veículos, joias e grandes quantias em dinheiro, além de documentos que possam aprofundar o rastreamento dos recursos ilícitos.
Força-tarefa envolveu mais de 100 agentes da lei em quatro cidades
Além disso, o aparato mobilizado para a deflagração da operação impressiona. Participaram:
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03 promotores de Justiça
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09 servidores do Gaeco de Divinópolis
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65 policiais militares
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30 policiais civis
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10 policiais penais
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30 viaturas operacionais
Portanto, as ações aconteceram de forma coordenada nas quatro cidades, com entradas simultâneas em imóveis residenciais e comerciais ligados aos suspeitos. Durante as buscas, drogas, armas, joias, dinheiro em espécie, veículos e outros objetos diretamente relacionados às atividades criminosas apreendidos.
MP e polícias reforçam compromisso com o combate ao crime organizado
Portanto, a segunda fase da Operação Agronarco demonstra que as instituições estão empenhadas em enfraquecer o tráfico de drogas, atingindo diretamente o coração financeiro.
Além disso, o MPMG reforça contínuo da investigação, que poderá gerar novas fases, conforme o aprofundamento das provas e a análise do material recolhido.
Além disso, o caso tem impacto na região Centro-Oeste de Minas, com epicentro em Divinópolis, município que se tornou foco no combate a práticas criminosas. A atuação articulada do Ministério Público com as forças de segurança do estado evidencia um esforço conjunto por mais segurança, justiça e paz social.






