Os membros da CPI começaram com um ímpeto com uma volúpia de apurar e descobrir algumas das denuncias divulgada pelo jornalista/empreiteiro Itamar de Oliveira. A cada novo depoimento, o “tesão” da apuração diminui. A pizza já está até fria.
As boas e más línguas já deram para o Divinews, os grandes motivos das coisas ficarem “tudo como dantes na terra de Abrantes”, um deles é que o esquema das, digamos, pedrinhas, não é de agora, vem de idos governos, talvez chegue até na época do Brasil Império.
Dizem que quem implantou este esquema de calçamento compartilhado, tipo PPP, foi o Aristides Salgado, passou por Domingos Sávio, Galileu, Demetrius e agora está na gestão de Vladimir, e quem vier mais, vai continuar.
Outro motivo, é que Simonides Quadros, pertence a uma loja maçônica, e irmão nestes casos gostar de proteger irmão, pode até não se entender quando o negócios é eleição.
Na penúltima reunião, quando Simonides iria depor na CPI, o mesmo estava sentando na recepção da presidência da Câmara e o editor do Divinews, sem saber que o mesmo estava ali para depor conversou com ele sobre outros assuntos, e o mesmo não sabemos se por uma questão de caráter ou estratégia se recusou a depor afirmando ter sido pressionado pelo editor. Diante de tal fato, solicitamos a cópia do áudio para nos certificarmos se realmente houve esta fala por parte dele.
Já que a presença da população e da imprensa na CPI, tem sido cerceada pelo vereador Rodyson do Zé Milton (PSDB), representante do governo de Vladimir Azevedo.
Fontes informam, que a única ainda aguerrida que quer por que quer saber das coisas levando até o final é a vereadora Heloisa Cerri. Até o vereador Edson Sousa (PDT) que é o relator já esfriou, o que dizer então do vereador Paduano (DEM)
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