A Câmara Municipal de Divinópolis finalizou, nesta quinta-feira (6), a demolição do prédio da antiga Maçonaria, localizado ao lado de sua sede atual. A demolição, iniciada na última segunda-feira (3), estava prevista para durar entre 7 e 15 dias, mas foi concluída em apenas quatro dias de trabalho – O Divinews gravou vídeo ao término da tarde de hoje (6/2).
A execução dos trabalhos ficou a cargo da Empresa Municipal de Obras Públicas (EMOP), com um orçamento de R$ 121 mil. O diretor-presidente da EMOP, Lucas Vivas, acompanhou a finalização da demolição e destacou a eficiência da equipe envolvida. “Nosso pessoal se empenhou muito no manejo dos entulhos e na demolição do prédio ao lado da Câmara para dar mais agilidade a esse processo de ampliação. Portanto, concluímos os trabalhos antes mesmo do prazo previsto, que era de até 15 dias”, afirmou.
Com a conclusão da demolição, a próxima etapa será a sondagem do terreno, fundamental para o desenvolvimento da obra. Essa fase fornecerá informações essenciais sobre o solo, como resistência, espessura e nível do lençol freático. A empresa Lego Projetos Ltda, de Juiz de Fora-MG, será responsável por realizar as perfurações necessárias para a coleta de amostras, que auxiliarão na definição do tipo de fundação mais adequado e na garantia da qualidade da infraestrutura no projeto arquitetônico.
O presidente da Câmara, Israel da Farmácia (Progressistas), informou que, durante sua gestão em 2024, foram economizados mais de R$ 2,5 milhões para investir na etapa de fundação e na elaboração do projeto arquitetônico. “Conseguimos economizar mais de R$ 2,5 milhões para investir nessa etapa da fundação e elaboração do projeto arquitetônico”, destacou.
As obras de ampliação da Câmara visam adequar a estrutura do Legislativo às crescentes demandas da população, além de proporcionar economia aos cofres públicos.
O DiviNews, que teve acesso exclusivo ao interior do prédio da antiga Maçonaria antes de sua demolição, registrou detalhes arquitetônicos e históricos que marcaram a presença da instituição no local. Durante a visita, a reportagem gravou um vídeo mostrando o salão de cerimônias e um espaço inicialmente identificado, por um erro de informação da fonte, como uma área de “castigo”. No entanto, após a publicação, uma segunda fonte esclareceu que o local, na verdade, era utilizado para a iniciação de novos maçons.
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