A informação foi confirmada ontem pelo chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Rafael Vasconcelos. "A Fonte Nova será demolida. Se não por completo, pelo menos uma grande parte. Pelo menos o anel superior deverá ser demolido", garantiu durante um evento promovido pelo Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), que tratou da Copa de 2014, nesta terça-feira, em Salvador.
Apesar de acreditar que a reforma do estádio seja a opção mais viável financeiramente, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção da Bahia (Sinduscon-BA), Vicente Mattos, reforça a decisão. "Aquela estrutura é recuperável por um valor até menor que a demolição. Mas há essa posição do governo do Estado, e a Fonte Nova não se adequa às exigências da Fifa. Aí é uma questão de projeto".
As construtoras têm até o dia 20 de junho para enviar ao governo propostas relativas à reconstrução do estádio. Sete companhias foram eleitas no mini-concurso promovido pelo Governo do Estado, que interditou a Fonte Nova no mesmo 25 de novembro que viu a deterioração das arquibancadas do anel superior causarem a morte de sete torcedores durante a partida entre Bahia e Vila Nova.
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