Em maio deste ano (2010) o editor do Divinews esteve com o promotor Sérgio Gildin para saber se o Ministério Público tinha conhecimento do caso Adimóveis.
Na ocasião, o promotor informou que tinha chegado as suas mãos, através de Belo Horizonte, um “documento” do advogado Bruno Cançado que relatava o caso.
Após tomar conhecimento do conteúdo do referido documento, ele noticiou a junta comercial, para saber qual se a Locadora Adimóveis em seu contrato social teria em suas atribuições a autorização para fazer operação de factoring e movimentação no mercado de ações.
Como a junta comercial não havia ainda respondido seu oficio, enviado ainda em fevereiro, diante do pedido de esclarecimento do Divinews sobre o caso, ele (promotor) reiterou em maio o seu pedido junto a junta comercial, e posteriormente teríamos a resposta do novo oficio.
Agora, diante da solicitação da TV Record ao Divinews sobre o caso e o prazo da resposta do oficio da Promotoria, voltamos ao Ministério Publico para sabermos o andamento.
O promotor Sergio Gildin, explicou que recebeu o oficio da Junta Comercial. Não existindo a autorização para que a Adimóveis faça operação de factoring e nem tão pouco opere no mercado de compra e venda de ações.
Disse ainda que, o Ministério Público não foi “provocado” a atuar, porque nenhuma das pessoas, que supostamente teriam sido lesadas apresentou qualquer denúncia contra a Adimóveis.
Diante dos fatos, do recebimento da correspondência do advogado, o questionamento do Divinews e a resposta da Junta Comercial, Sergio Gildin oficiou a Policia Federal para que verifique a possibilidade de um eventual crime contra o sistema financeiro nacional.





