A versão impressa do Diário do Poste era um estrondoso sucesso de índice de leitura, com vários painéis espalhados em pontos estratégicos da cidade. Era comum ter até congestionamento para ler as folhas fixadas nas placas.
Os pontos mais concorridos, era o da Rua São Paulo, ao lado da farmácia Divifar, um outro ao lado do Pastelão, na Av. Primeiro de Junho e outro também na Av. Primeiro de Junho, quase esquina com Goiás, em frente ao Banco Mercantil do Brasil.
Os motoristas chegavam a parar os carros, naquela época não havia SETTRANS e muito menos agente de trânsito, para rapidamente ler, as polemicas folhas do DP.
Até que, em um embate político-editorial na administração de Galileu Machado, quase todas as placas foram arrancadas. A partir daí a tradição acabou.
Existe até um fato pitoresco, que um cidadão ao ver aquela multidão aglomerada em volta de um dos painéis, não sabendo do que se tratava, saiu rapidamente de perto pensando ser o inicio de uma briga.
A princípio a versão online foi um sucesso, à esquerda. A oposição fazia a festa. Os alvos principais do DP eram o governo municipal e o deputado estadual Domingos Sávio. Todo dias, fazia sol ou chuva, lá estava e ainda continua, uma matéria negativa dos dois.
Posteriormente, a bateria anti-aérea do DP, não se sabe por que cargas d´agua, mirou também o ex-prefeito Demetrius Arantes,
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depois, ou junto, não sabemos exatamente, foi a vez de Jaime Martins.
Fazendo um contra-ponto ao Jornal Agora, que só fala bem do governo e do PSDB e mal da oposição, o Diário do Poste só falava e fala mal do governo e bem da oposição.
Como qualquer coisa na vida, tanto a falta, quanto o excesso matam, até mesmo remédio. O DP como é chamado por alguns, não leu direito a bula e tomou doses excessivas do “Deliriuns oposition 100 mg”.
Enquanto a administração está tentando se recuperar clinicamente e psicologicamente da dosagem excessiva do remédio tomado. Deixou surgir, a maioria não sabe de onde, por onde, porque e qual o objetivo, um usuário, não se sabe se é fake ou não. “Profissional” na arte da escrita estilo oposição radical a qualquer preço, Antonio Donizete Castro, da rede do DP, que sem nenhuma cerimônia, continua a aplicar altas doses do “Deliriuns oposition 100 mg” para os quase moribundos administradores.do DP.
Falando hoje, domingo (01/08) com Frederico Sotero, o idealizador e administrador da Rede Diário do Poste, ele acha que Donizete é das fileiras do Partido dos Trabalhados, aquele estilo antigo, chiita radical.
O nome Diário do Poste, faz parte da história de Divinópolis e não poderia ficar abandonado na rede, nas mãos de quaisquer pessoas. A solução é por demais simples, basta reposicioná-lo editorialmente.
Antônio Doninzete – Usuário Gestor do Diário do Poste |

Antônio Doninzete – Usuário Gestor do Diário do Poste





