Na última sexta-feira (2), a Polícia Civil prendeu um casal proprietário de uma casa de prostituição na região Oeste de Minas Gerais, durante uma operação que investigava a venda de rifas ilegais.
As rifas, que custavam R$ 5,00 cada, ofereciam aos compradores a chance de ganhar 30 minutos com uma das acompanhantes do local em Campo Belo.
A investigação revelou que as rifas estavam sendo vendidas tanto em um bar no interior do estabelecimento quanto por meio de um grupo no WhatsApp. Cada bilhete dava direito a 30 minutos com uma trabalhadora do local.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão que resultaram na coleta dos bilhetes de rifas e na suspensão judicial das atividades ilegais do estabelecimento. O proprietário, que tentou obstruir as buscas, foi preso por resistência, rufianismo e por manter uma casa de prostituição. Sua esposa, sócia do local, foi detida por tentar coagir uma testemunha.
A ação reforça o compromisso das autoridades em combater atividades ilegais e garantir a aplicação da lei em situações que envolvem exploração e venda de serviços de forma não regulamentada.






