Rebeca Andrade voltou a escrever seu nome na história da ginástica artística ao conquistar sua segunda medalha de prata na final individual geral feminina nos Jogos Olímpicos de Paris, nesta quinta-feira (1/7). A brasileira, que já havia se destacado nos Jogos de Tóquio em 2020, protagonizou um emocionante confronto contra a lendária ginasta estadunidense Simone Biles, que ficou com o ouro.
A final foi marcada pela altíssima qualidade das apresentações, com Biles mostrando mais uma vez por que é considerada uma das maiores atletas da história do esporte. O pódio foi completado pela norte-americana Sunisa Lee, que levou o bronze. Outra brasileira em destaque foi Flávia Saraiva, conhecida carinhosamente como “Flavinha”, que também participou das finais do individual geral, finalizando na 9ª posição.
Com esta conquista, o Brasil acumula agora um total de oito medalhas olímpicas na ginástica artística, nas categorias feminina e masculina. A trajetória vitoriosa da modalidade começou em 2012, quando Arthur Zanetti fez história ao ganhar o ouro nas argolas. Quatro anos depois, nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016, Zanetti voltou ao pódio com uma prata nas argolas, enquanto Diego Hypólito e Arthur Nory garantiram a prata e o bronze, respectivamente, no solo.
A ascensão de Rebeca Andrade nas Olimpíadas de Tóquio 2020 foi um marco, com a ginasta conquistando uma medalha de ouro no salto e uma prata no individual geral. Em Paris, além do novo feito de Rebeca, o Brasil alcançou um inédito bronze na final por equipes da ginástica feminina, marcando a primeira vez que o país subiu ao pódio nesta categoria.






