Nesta semana se passou um mês de um crime de atentado ao pudor ocorrido no bairro Nossa Senhora das Graças, em Divinópolis. Em junho, moradores locais avistaram um homem, que, estacionado na rua se masturbava ao lado de uma escola e de uma praça, onde algumas crianças estavam a brincar.
O ato repudiante ficou conhecido na mídia como “Taradão do Caminhão”, em um vídeo filmado por vizinhos próximos, que ficaram chocados ao tempo que, simultaneamente acionaram a Polícia. O suspeito embora tenha sido visto de longe pelos populares, não teve identidade revelada até então. O veículo conduzido em questão foi abandonado no Córrego do Paiol segundo as autoridades e ele segue a solta.
Embora revire o estômago, outro caso da mesma natureza tornou a ocorrer ontem (19).
Não bastasse a história repugnante acima, desta vez, uma situação parecida enfureceu as pessoas que estavam na Praça Elizeu Zica, no bairro São José, na tarde de sexta-feira.
Uma fonte revelou que um velório de uma idosa estava em curso, quando um homem ,de 48 anos, conforme relatado, se masturbava próximo ao local onde os familiares se despediam da ente querida.

Foto: Homem de 48 anos reportado por se masturbar em velório é contido por populares e levado pela Polícia Militar – Reprodução/Sistema MPA
Segundo informações, a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência. Ao chegar até o perímetro, a viatura teria encontrado o indivíduo que, foi segurado por algumas pessoas para que não escapasse.
Ainda de acordo com as testemunhas, o autor foi visto no ambiente enquanto se masturbava.
Devido ao absurdo presenciado, alguns locais e mesmo quem estava na despedida da falecida o contiveram e o agrediram, até que a chegada dos policiais tomou as rédeas da confusão.
Conforme registrado pelos militares, ele afirmou ter fumado maconha e negou ter cometido a obscenidade pública.
O homem foi preso e conduzido à Unidade de Pronto Atendimento Padre Roberto (UPA Padre Roberto) para receber cuidados médicos.
Depois de ser avaliado pelos médicos, ele foi levado à Delegacia de Polícia Civil (Depol). O caso segue em investigação.






